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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Óptimista... porque sim!

Se dúvidar, prossigo na mesma!

 

Tenho dois caminhos para avançar.

Tenho um objectivo para alcançar.

Ainda assim, não tenho nada para saber escolher...

Importa saber de onde vimos, para saber avançar?

 

Inverta-se a equação:

 

Tenho um objectivo para alcançar.

Tenho dois caminhos para avançar.

Agora não tenho nada para dúvidar....

De onde vim, importa?

 

As vicissitudes da vida não são coerentes com o antes, antes são adaptáveis com o depois.

Optimismo é partir do agora para diante. Considere-se o agora e o depois.

O antes (?)... será um backup de percurso.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Eco

Se houvesse um fim... teriamos um eco...

 

 

Fica sempre muito por dizer. Fica sempre muito por ouvir.

Poderei evitar que fique algo por escrever, mas observo-me impotente à real expressão do que pretendo.

De repente as perguntas que me ensinaram a fazer, atropelam-me sem aviso: Como se escreve a importância que tiveram? Como se escreve a importância que me deram?

De tantos que somos, conseguiram, naturalmente, fazer sentir uma importância individual em cada um. Em cada parte. Em cada todo que construíram. Em cada todo a que chamamos família.

"Estamos sempre a aprender". Nunca esquecer que estamos sempre a aprender. Penso que todos já ouviram esta máxima, ainda assim tive a sorte de ouvir por vocês. Como se a sua verdade fosse mais obsoluta que a de qualquer outra, igual. Apenas um bocadinho mais absoluta. Mais verdadeira.

A saudade é bonita. Mas aqui não há espaço para senti-la. Está cheio de vida. De uma vida rica, singular, e dada por vocês a mim e a nós, tal como para eles e para mim, sempre em igual forma e sempre com uma força... que só eu via.

Se houvesse um eco, ficaria triste.

 

 

 

 

Não houve!

Continuem... assim, como vos recordo!

 

 

 

do vosso neto,

Afonso!


sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Sonho Vs Sorte

 
 
Se o que queremos não precisamos...  e o que precisamos, adiamos... faz sentido ter consciência?

 

De que vale sonhar, se não é reflexo do nosso ser?

 

Egoístas! Singulares! Unos!

Somos o que somos, porém optamos ser o que queremos ser.

Não questionamos o suficiente para ter real noção do que somos aos olhos de... do... nosso reflexo!

 

eco!






SONETO XXXI

Fujo de mi, quando me não precato
Sem querer outra vez me acho comigo,
Tenho-me por suspeito e inimigo,
E comigo perpétua guerra trato.

Entrando em mi destruo, prendo e mato,
Mas eu quando me vejo em tal pirigo
Contra mi me levanto e me persigo
A ferro e sangue, sem querer contrato.

Por mi tenho os sentidos, que me acodem;
A razão co'a vontade e co'a memória
Sustentam contra mi outro partido.

Ai civil guerra sem despojo e glória,
Onde os que podem mais contra si podem,
Onde o que é vencedor fica vencido.

Vasco Mousinho de Quevedo




Sonhar cansa. Ouvir dizer que sonhar e agarrar os sonhos é uma luta à qual não podemos ceder... apenas serve ao ego de outros.