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domingo, 5 de junho de 2011

Mania!



Detesto não ter razão!

Eu e toda a gente. Ninguém gosta de ter uma ideia errada das coisas, da sua realidade. Ninguém gosta de não ter razão. E eu compreendo isto, e concordo. Em primeiro lugar porque coloca em causa o meu argumento, e se o argumento é meu então houve legitimidade da minha parte para o usar. A sua contestação é descredibilizar a minha opinião ou leitura de um qualquer facto, tema ou o que for. Detesto não ter razão!

Posto isto é muito mais fácil colocar as culpas nos outros, naqueles que têm razão.
Nomes como prepotentes, arrogantes e estúpidos são os mais comuns atribuídos a esses que julgam ter a razão do seu lado. Sacanas!

Sacanas porque não contestam argumentos. Questionam! Truque baixo. Colocam em causa uma posição questionando as partes fracas de um argumento. E mais irritante é que sugerem adivinhar o futuro como se tudo fosse causa-efeito de qualquer coisa. Sempre linear. E evitam enganos brincando com hipóteses, como se tudo dependesse de escolhas, probabilidades estatísticas, padrões... Sacanas!

E o seu optimismo? Claro, sempre com razão, não podem dar parte fraca. Não pode haver negativismo na sua razão, esta é sempre segura, até prova em contrário, prova essa que constitui uma operação quase impossível de executar – é aqui que o que tem a mania cai no erro da teimosia idiota ou no refúgio de argumentos falaciosos...

Detesto não ter razão mas, curiosamente, identifico-me mais com os prepotentes, os arrogantes e estúpidos com a mania que têm a razão. E nem é porque eu esteja convencido que tenha a razão toda - a maior parte das vezes confesso ter dúvidas do que penso.

O que me motiva a defender os meus argumentos não é o detestar não ter a razão, mas sim porque adoro estar certo!

E com isto não significa que eu tenha razão. Isso é o tempo quem o deverá dizer!

domingo, 7 de junho de 2009

Parabéns a mim!

Gosto de receber os parabéns. Gosto de lembrar a toda a gente que faço anos. Aliás... gosto de chatear, até ter a certeza que toda a gente saiba que faço anos. Porquê?

Não é, necessariamente, porque quero ou gosto de ser o centro de atenções, ou porque preciso de sentir o reconhecimento de que estou cá por mais um ano, que faço e aconteço, ou para me sentir especial.
Gosto de todas estas sensações, é certo, mas não são elas que me movem...

No meu aniversário, gosto e quero que me dêem os parabéns porque é o único "obrigado" que tenho, sem nada ter feito... só porque sou eu! Só porque sim.
O dia em si, nada tem de especial. Muitos outros o celebram de forma igual ou parecida, como eu o faço. Para muitos outros, é só mais um dia no calendário e para outros tantos, nem terão a noção que este dia passou, mas para mim é o dia em que alguém diz "Parabéns" a mim...
E porquê? Que é que foi feito? O que é que fiz?

Nada!

Apenas sou eu... e isso é muita coisa!
E sei isto! E sei que estou de parabéns!
E quantos mais souberem que estou de parabéns... menos vou "precisar" do reconhecimento do que farei amanhã, menos vou "ter" necessidade de me sentir especial amanhã, menos "terei" que ser o centro de atenções amanhã... e, em suma, menos estarei dependente dos valores dos outros amanhã. E assim conservo a minha liberdade!

Amanhã, o que se disser de mim pouco importa. Hoje... também não, e mesmo assim dizem: parabéns a mim!


Ego

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Dúvida cruel

Quando queremos desabafar e não há ninguém que nos oiça, em que é que ficamos?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Se eu morresse hoje...

Se eu morresse hoje, provavelmente estaria sentado. Seria como uma lágrima que se recusa a brilhar. Sei que a minha ausência seria notada, de forma leve e sobreira, mas notada... declarava guerra à dor que seria sentida, e rogaria para que o tempo voltasse atrás. Não para te recuperar, mas para te libertar. Recuaria até ao princípio e, sabendo tudo o que vivêramos, relegava-te a um novo destino, só para que não me visses partir.
Não ficaria arrependido dos momentos bons que te havia prometido e que ficaram por te conhecer, mas...
Não seria o último dos teus desejos, e não seria menos feliz por isso, mas...
Não te deixava más memórias, apenas boas, mas...
Não me esqueceria do teu sorriso, de manhã... à tarde... à noite... e enquanto adormecias nos meus braços, mas...
Não seria o senhor do castelo que sonhaste, o guardião que te cobriu, o herói que te salva, mas...
...libertar-te-ia de mim, antes de me conheceres.

Prefiro ser eu a carregar a dor de todos os “mas” que agoiro, para que tu não sentisses a minha ausência.
E juro! Juro que não te cobrava um único momento que ficou por passar.
Deste-me tanto, e eu recebi.
Dei-te e recebeste, sem questionar.
Agora; se eu morresse, a lágrima que recusa brilhar não te quero dar. Por favor recusa a lágrima, porque eu não vou conseguir retê-la...

Se eu morresse hoje, provavelmente estaria sentado. Seria como uma lágrima que se recusa a brilhar, contigo a meu lado à espera desse brilho.
Amo-te demais, e não te condeno por seres igual.


Respondi ao desafio da Mau Feitio, e agradeço a ela a oportunidade de escrever este texto...

sábado, 18 de outubro de 2008

Afinal somos o que somos ou nem por isso?

Tenho em mim crer que as pessoas se desvalorizam! Independentemente do contexto, em menor ou maior escala, as pessoas desvalorizam-se.
Tentamos fazer crer que somos o que somos através de acções, palavras o que for... mas raramente através de convicções. Pelo menos verdadeiras... e pessoais, ou personalizadas.
Com isto pretendo definir aqueles que se revelam com um espírito idóneo de ser próximo ou empático com os que o rodeiam. Ou seja: as suas convicções são orientadas na perspectiva dos outros e não da sua... ainda que, em última análise, seja do seu interesse, logo, justificação de ser entendido como uma convicção pessoal, a verdade é que os princípios são em primeiro lugar pessoais e só depois colectivos. Portanto, defender por princípio algo que é útil aos outros (ei. como defender igualdade) é reflexo de uma pretensão inferior.

Em suma, e porque julgo que não me fiz entender, a fragilidade da nossa personalidade é a base da mentira, da inveja, da desconfiança e afins. Porque temos em baixa conta a nossa pessoa, somos aptos a mentir (esconder), invejar (cobiçar), desconfiar (duvidar dos outros)... mais curioso é este último do desconfiar, porque consiste em duvidar de outro comparativamente à nossa perspectiva. Se eu desconfio que alguém mente, estou a comparar inevitavelmente com a minha noção ou capacidade de mentir... e como sou um fulano que consegue mentir, que tem receios e segredos, faço disso alvo no outro! Em suma... convivo com um eu fraco e medíocre!

Curiosamente não acho que é mau ter noção que nos desvalorizamos, pois isso serve de motor para tentarmos ser melhores, ou seja para ocultarmos esta fragilidade. Porém não deixamos de o ser, porque se nos tivessemos em conta de forma exclusivamente positiva, seriamos uns incapazes em evoluir.
Outra razão para não achar mau EU ter noção disto assim, é que tenho a vantagem de acreditar que aquele que está perante mim irá, no fundo, comparar-se de forma inferior a mim... e,claro, vice versa. Mas eu funciono com isso em mente, e o outro?

A prova disto é que poucos são, aqueles que defendem um princípio pessoal que seja de carácter moral e egoísta. Sublinhe-se o moral e egoísta, pois isto choca com a liberdade alheia... e é antagónico ser-se moralmente egoísta! Penso eu de que!

quarta-feira, 26 de março de 2008

Disparates

 

Pronto, confesso, tenho medo do meu blog.

Ao fim de um ano, tenho medo dele. Tenho medo de publicar o que escrevo.

Porquê? Porque alguém lê! Tão simples como isso. Agora que passou um ano desde que comecei este blog, confesso que sinto-me menos confortável em escrever aqui.

É um disparate, pois isto é um reflexo da minha falta de auto-estima, muito provavelmente associada a uma fase da vida qualquer, mas acredito que disparate maior, seria publicar coisas disparatadas. Pois assumo de ante-mão que ninguém vai perceber ou compreender o que pretendo dizer com o que penso.

Pior que isto, é considerar a remota hipótese de que o, que quer que escrevesse aqui, tivesse um propósito, um objectivo... algum dever em ser percebido ou compreendido por quem tropeça neste cantinho.

É, confesso, tenho medo do meu blog. E isso é um grande disparate!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Dia dos idiotas

 

 Since 1997...

 

Idiota! Sou um idiota!

Porquê? Talvez tu tenhas a resposta. Eu só tenho a pergunta. As perguntas, aliás!

E tu(?) és a resposta!

Sou um idiota?! Sim! Porque sim, porque quero, porque tens esse efeito em mim.

O controlo das emoções é controverso. Porque se quero compreendê-las, tu não deixas. És sinónimo da razão que desconheço. És força, és água, és ar.

O meu eu move-se. Mas não é autónomo. Precisa de força.

De água, ar, tudo. Tudo o que tu és. Precisa de tudo o que tu me dás. Não te exijo nem mais um pedaço de ti. Receio não aguentar!

A tua presença é superior ao alinhamento dos astros num equinócio de verão.

Qual lua. Qual sol. O universo és tu!

Reduzes-me à insignificância do meu eu.

Tão grande que és.

Para mim, claro!

Para mim, é certo.

Só para mim felizmente…

O meu conceito de amor és tu.

Neste dia, ao contrário de outros idiotas… tu tens um idiota autêntico que te adora.

Sabes isso… eu também!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Óptimista... porque sim!

Se dúvidar, prossigo na mesma!

 

Tenho dois caminhos para avançar.

Tenho um objectivo para alcançar.

Ainda assim, não tenho nada para saber escolher...

Importa saber de onde vimos, para saber avançar?

 

Inverta-se a equação:

 

Tenho um objectivo para alcançar.

Tenho dois caminhos para avançar.

Agora não tenho nada para dúvidar....

De onde vim, importa?

 

As vicissitudes da vida não são coerentes com o antes, antes são adaptáveis com o depois.

Optimismo é partir do agora para diante. Considere-se o agora e o depois.

O antes (?)... será um backup de percurso.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Andam... ou andaram a fazer uma triste figura?

Não me considero bom escritor! Não acho que escreva mal, mas sei que não sou um exemplo maior na escrita. Talvez para alguns, mas isso é-me irrelevante.

Gosto de escrever, admito. Mais que escrever, gosto de comunicar e trocar impressões, debater assuntos. Discutir de forma mordaz.

Acima de tudo, adoro o uso de bom português. Respiro a escrita correcta e faço um esforço para que não tenha surpresas infelizes naquilo que escrevo.

Por outras palavras. Tenho orgulho na língua portuguesa.

 

Posto isto, prossigo: sempre evitei expor-me numa perspectiva opinativa político-social. Embora seja amante da discussão e temas com base em política me sejam particularmente saborosos debater, nunca tive vontade expressa de o fazer aqui, no meu blog.

Mas este assunto tem tudo a ver e resulta numa promoção do artigo e, em última análise, do que está em causa.

 

Não quero dramatizar, mas se fosse poeta diria que temo pela amputação da minha alma.

Cada vez que oiço falar sobre o acordo ortográfico de 1990, a comichão que sinto ferir o orgulho não me é indiferente. Não quero discutir se o acordo é legítimo ou não, se é uma consequência evolutiva, ou se prestigia ou não a língua.

Apenas, quero, manifestar o meu pesar.

Porque não me sinto confortável, porque não é a mesma coisa que mudar de moeda ou aceitar uma constituição Europeia. Simplesmente quero manifestar o meu pesar.

O artigo, que me levou a escrever este post, é da autoria do Dr. Vasco Graça Moura, publicado no DN de 21 de Novembro de 2007 – e pode ser lido aqui. É só mais um, eu sei! Mas talvez o “só” seja facultativo. E em boa verdade o acordo coloca em causa muito mais que uma questão de estética, cultura ou elo emocional às palavras. Coloca em causa a língua Portuguesa. A sua escrita e a sua dicção.

Lamentável.

sábado, 17 de novembro de 2007

Tão limitados, tão pequeninos, tão... iguais!

...e tu imaginas até onde?

Criatividade.

Procuro ser criativo. Neste momento, por motivos diversos, tenho uma necessidade urgente em conseguir meter a imaginação a trabalhar a todo o vapor - ou suor!

Isto serviu para recordar algo que já tinha pensado antes: a imaginação tem limite?

 

Claro que sim. A nossa imaginação está condicionada pelo nosso universo pessoal. Por tudo aquilo a que somos conscientes.

O facto de sermos inteligentes - ou racionais - ilude sugerindo que a imaginação, quando fértil, é ilimitada. O mix resultante dos vários elementos, ou fracções destes, que estão acessíveis à nossa consciência, parecem apresentar universos novos. Completamente novos e nunca antes imaginados.

Posto isto, concluiria que a imaginação deveria ser infinita, dadas as milhares de combinações possíveis. Até porque à medida que criamos elementos fictícios, estes passam a servir de matéria de fusão para criar novos universos. também imaginados. E isto parece-me criar um círculo infinito.

 

Não contente, e convencido que a imaginação é limitada, a partir da conclusão anterior tentei exercitar a imaginação com um método muito simples, para ver o que se esgotava primeiro: A imaginação ou a paciência de imaginar.

O exercício simples era o seguinte: imaginar o futuro. Sem limites, sem regras... imaginar o futuro continuamente. Começando por imaginar naves, colónias espaciais, etc... cheguei a um limite em que não sabia que mais inventar. De forma a dar continuidade à imaginação, verifiquei que, a conclusão anterior, em vez de resultar num círculo criativo infinito, resulta num ciclo.

A imaginação deixa de criar, e repete-se compulsivamente.

Compulsivamente!

 

Experimenta:

1º Imagina o futuro (naturalmente será um pouco em função da ficção já existente: espaço, naves, etc)

2 Continua a imaginar o futuro desse futuro... (talvez contacto com novas vidas, novos modelos governativos aplicado a universos)

3º Futuro do anterior? (Descoberta de universos paralelos?)

4º Destruição, holocausto, fim ?

5º Renovação da criação do universo... reinício da vida na terra...?

6º Homem, ou outro ser (mas estupidamente similar no processo evolutivo)

7º E daqui para a frente posso continuar a inventar, porém já em repetição da minha consciência... e tu?

 

Concluo que somos muito mais limitados do que julgamos. Mas quem é que o reconhece? No meio disto apenas pergunto, qual era o truque de fulanos como Da Vinci ou Júlio Verne?

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Desafio EU

Há algum tempo atrás (Maio 2007), fui desafiado pela extinta "Inside Out" para um daqueles desafios que circulam na blogoesfera.
O desafio era qualquer coisa sobre o EU, onde teria que completar uma lista de itens relacionados com o(s) meu(s) eu(s)...
O resultado é a lista que se segue.

Não sendo adepto destas correntes, acabei por não colocar aqui nada relativo ao desafio, porém não deixei de corresponder ao mesmo e deixar no blog da extinta "Inside Out" esta mesma lista, completa.
Hoje tropecei nela e achei curioso como ainda faz sentido... sublinhe-se que muitos destes itens são relativos, e influênciados pelo dia-à-dia.
Enfim e adiante. Aqui fica a minha resposta ao desafio:


  • Eu quero: o que não tenho!
  • Eu tenho: o que não quero!
  • Eu acho: nada. Se tenho dúvidas, esclareço-las na medida do possível.
  • Eu odeio: Mentiras.
  • Eu sinto: Mais do que devia.
  • Eu escuto: Mais do que falo.
  • Eu cheiro: tudo antes de comer. (sou esquisito, confesso)
  • Eu imploro: pouca coisa, quase nada.
  • Eu procuro: saber!
  • Eu arrependo-me: de não ser melhor do que sou!
  • Eu amo: tudo.
  • Eu sinto dor: nos braços.
  • Eu sinto a falta de: silêncio.
  • Eu importo-me: com o que me interessa.
  • Eu sempre: fiz por compreender.
  • Eu não fico: à espera que as coisas aconteçam!
  • Eu acredito: que sou capaz!
  • Eu danço: Com toda a gente.
  • Eu canto: Para os amigos.
  • Eu choro: Para o amigo.
  • Eu falho: Quando tento.
  • Eu luto: pelo que importa.
  • Eu escrevo: Porque sei escrever.
  • Eu ganho: quando jogo bem.
  • Eu perco: em mil e um pensamentos diferentes que inesperadamente ocorrem de forma simultânea na minha cabeça e aparentemente nada interligados uns com os outros.
  • Eu confundo-me: com a ignorância.
  • Eu fico feliz quando: me sorriem.
  • Eu tenho esperança: de um dia ser rico.
  • Eu preciso: de juízo.
  • Eu deveria: ter juízo.



Evidentemente, não vou passar o desafio a ninguém, até porque, quase, todos já o receberam.... mas fica aqui mais uma parte que, em última análise, complementa o post sobre o eu, o meu eu e o outro eu!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Eufórico...

Ao imaginar sensações, há uma que me tem escapado... até agora!
Euforia.
Bolas, como cansa... e tão básica que é (tal como outros estados emocionais), mas cansativa! Muito cansativa.





Estou em processo de descompressão!

sexta-feira, 15 de junho de 2007

...o branco...

Cláudia:
As provas de amizade também são misteriosas.

Tu marcas... sem querer, tu marcas.

Obrigado!


Sem querer. Sempre sem querer há vazios.
Chamo-lhe espaço em branco.

Outras vezes, sem querer e sempre sem querer estão preenchidos.
E se também for branco? Faz desse espaço uma mentira?
O que julgamos não é o que sentimos, e dificilmente o que sentimos é o que julgamos... e isso é branco!

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Parabéns a MIM



Hoje é dia de festa!
Como um puto alegre fico feliz quando este dia chega. Já não são as prendas, nem a festa em si. São as pessoas, que sensíveis ou não à data e à pessoa, gostam e, no fundo, não custa nada dar os parabéns. É sentir-me reconhecido apenas por existir. Poderia descrever o que sinto, o que penso que sinto e mais alguma coisa, mas o que me interessa, na realidade, é ouvir: Parabéns Afonso.

Sem mas nem meio mas. Sem avaliações, sem julgamentos, sem necessidade de causa-efeito. Faço anos, e estou de parabéns. São 28 longos anos que outrora pareceram passar devagar, agora parece ter sido num ápice.

Não me vou alongar. Quero ouvir e ler esses parabéns. Deixo sempre um espaço reservado no meu blog original para esse efeito, e agora convido os bloggers que conheci deste lado da web para darem um salto até lá, e em uníssuno com outros amigos da vida real... Desejar um feliz aniversário. Dar um Parabéns, a este puto alegre que sou eu.

Deixa um comentário ou então vai só espreitar ao meu MSN Space


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Adenda:
Agora já podem deixar aqui comentários... obrigado!

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Se puxar muito... rebenta!

E foi isso mesmo que aconteceu. Um puxou. Outro duvidou. E elas rebentaram com isto tudo...
A última vez que parti um elástico, além do barulho, aleijei-me. E sem mais questionar, julgo que também me arrisco a aleijar-me com:




"Aleijar"... gosto da palavra... acho que vou opinar sobre o puxar do elástico de uma tanga por trás, umas dizem que gostam, outras que adoram. A ver vamos!

sábado, 19 de maio de 2007

Vou mudar!

Acabou-se tudo!
Foi engraçado, mas agora vou mudar. Para o quê? Não sei.
No fundo tenho medo das mudanças. Nunca se sabe se é para melhor ou para pior. Nunca se sabe se é para muito tempo, pouco tempo... ou se é para nada, e para em nada se tornar.

As mudanças são curiosas, despertam a curiosidade do desafio em si, isso gosto. Mas tenho medo. Porque mudo e sem dar por isso, não acontece nada. Fica tudo igual, porém mudo...

...por vezes tenho dúvidas, outras tenho certezas. Vai daí e observo que não saí do mesmo lugar. Enfim...

Acabou-se tudo!

sábado, 12 de maio de 2007

Ratio Decidendi

..ontem era mais novo, so amanhã, felizmente, serei mais velho.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

...mas porquê?

Porque sim!
Porque se eu quisesse ser inteligente, atraente e mais sedutor teria escolhido ser miúda.

Mas optei por ser feliz!


(hoje apeteceu dizer/escrever isto... há fulanas que me tiram do sério!)