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domingo, 5 de junho de 2011

Mania!



Detesto não ter razão!

Eu e toda a gente. Ninguém gosta de ter uma ideia errada das coisas, da sua realidade. Ninguém gosta de não ter razão. E eu compreendo isto, e concordo. Em primeiro lugar porque coloca em causa o meu argumento, e se o argumento é meu então houve legitimidade da minha parte para o usar. A sua contestação é descredibilizar a minha opinião ou leitura de um qualquer facto, tema ou o que for. Detesto não ter razão!

Posto isto é muito mais fácil colocar as culpas nos outros, naqueles que têm razão.
Nomes como prepotentes, arrogantes e estúpidos são os mais comuns atribuídos a esses que julgam ter a razão do seu lado. Sacanas!

Sacanas porque não contestam argumentos. Questionam! Truque baixo. Colocam em causa uma posição questionando as partes fracas de um argumento. E mais irritante é que sugerem adivinhar o futuro como se tudo fosse causa-efeito de qualquer coisa. Sempre linear. E evitam enganos brincando com hipóteses, como se tudo dependesse de escolhas, probabilidades estatísticas, padrões... Sacanas!

E o seu optimismo? Claro, sempre com razão, não podem dar parte fraca. Não pode haver negativismo na sua razão, esta é sempre segura, até prova em contrário, prova essa que constitui uma operação quase impossível de executar – é aqui que o que tem a mania cai no erro da teimosia idiota ou no refúgio de argumentos falaciosos...

Detesto não ter razão mas, curiosamente, identifico-me mais com os prepotentes, os arrogantes e estúpidos com a mania que têm a razão. E nem é porque eu esteja convencido que tenha a razão toda - a maior parte das vezes confesso ter dúvidas do que penso.

O que me motiva a defender os meus argumentos não é o detestar não ter a razão, mas sim porque adoro estar certo!

E com isto não significa que eu tenha razão. Isso é o tempo quem o deverá dizer!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Lei de Murphy

Receando o resultado, vou fazer para que tudo corra mal…

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Blog

Quando comecei este blog, várias ideias ocorreram para a sua linha de posts e respectiva longevidade.

Inicialmente tinha alguns assuntos que queria vê-los no formato de palavras escritas. Só para perceber a sua consistência ou reconhecer o disparate que seria tê-las pensadas. Paralelamente permitiu inebriar-me na blogosfera com tudo o que ela tem.

A ideia base do meu blog sugeria que não escrevesse periodicamente. Sugeria que não fosse participado. E pressupunha o seu fim em menos de um ano. Todavia, as amizades, as participações, a própria vida da blogosfera levaram a uma publicação mais ou menos intensa no início. Coisa que não gostei, mas não condeno, antes pelo contrário: agradeço. Todavia essa fase de escrever para o blog – e fazer de conta que é para mim – levara a uma relação nova. De repente não me sentia à vontade para o terminar e marcar um ponto final.

O que se pretendia como uma experiência de curto prazo, transformou-se numa expressão minha online. E o seu fim nunca se manifestou.

Até que praticamente deixei de escrever textos para o meu blog. Pior, até deixei de escrever fora do meu blog. Como se de repente escrever fosse uma chatice.

Esta chatice desenvolveu-se sobre interpretações que rejeito. Se havia coisa que não queria era parecer algo. Claro que sempre haverá rótulos, e em nada me preocupa o que se diz ou pensa sobre mim, sobre isto ou sobre aquilo. Mas não gosto de parecer algo, que rejeito ser. Ao que se conclui que não sei como sou, ou que me rejeito a mim próprio. Adiante.

Ainda o blog, ideias para textos têm aparecido. Mas escrever sugeria ser uma chatice. Algo forçado e não natural. A somar a isto, o rumo inicial, o perfil pensado perdera-se! Ficara com uma ponta solta sem saber por ande encetar o novo perfil que o blog assumira ou virá assumir.

O post que servirá de remate está escrito (também porque não quero perder a ideia inicial). Não sei quando e porque motivo o devia publicar. Mas quando penso nisso, apenas concluo que não o quero ver publicado. Conclusão esta que me leva a escrever para o blog. De propósito. Assumidamente para o blog. E se não for natural, tanto pior!

Agora que se defina o blog a si.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Talvez porque

Seria bom ter uma ferramenta de discurso directo para a escrita. Aborrece-me pensar em temas, construi-los na mente, oralizá-los quando questionado... e não ter pachorra para o escrever.
Este post, é um excelente exemplo disto.

Para cada linha que escrevo, outras 5 ficaram de fora. A catapulta de ideias não permite o registo de todas as frases, não garante uma conjugação de raciocínios, não me deixa escrever.
(só no parágrafo anterior perdi:
- a ideia de que um argumento com origem no nada, evolui para vários argumentos diferentes;
- a ideia de que construir mentalmente é mais fácil, porque não consigo visualizar todas as ideias em simultâneo;
- a ideia de que escrever um raciocínio não é igual a pensar racionalmente;
- a ideia de que catapulta é igual a pensamentos atropelados;
etc...)


Então para quê escrever?
Porque gosto, porque é giro, porque posso, porque acho que devo escrever, porque tudo e mais alguma coisa... e que em última análise em nada responde ao porquê de escrever!



Mas, tenho em mim, que talvez porque a melhor forma de triar ideias... é passá-las à escrita!
...e assim faz sentido, tudo o que pensei/disse/escrevi... e se faz sentido, fico satisfeito... e se fico satisfeito por escrever: eis porque escrevo!!

Pronto, agora sei porque escrevi!


(e pensava eu que era para encher o blog... pois!)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Procrastinar

Prontos... agora é que foi tudo às favas!
Algo em comum que reparei nas pessoas que reclamam por tudo e por nada, é que não têm bom conhecimento do vocabulário português para além de expressões como: "Não gosto"; "A mim não me enganam"; "Vou à DECO"; etc...
Portanto uma boa forma de lidar com este tipo de situações, é disparar com uma barbaridade, digamos que, verbalmente pesada.
Então, eu, tinha por hábito recorrer à maravilhosa palavra procrastinar, pois desta forma nunca mentia... e o queixoso, lá aceitava a razão, pois não queria dar a perceber que é estúpido!

- É como lhe digo Sr. Acácio, estamos a procrastinar na medida do possível.
- Estão o quê?
- A procrastinar na medida do possível para o ajudar.
- Err... heee...
- Portanto é uma questão de aguardar.
- Ah! Está bem. Está bem.


Até aqui, tudo corria bem. Mas agora... os Gato Fedorento lixaram tudo.
Enfim...


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Homem, esse pequeno caos!

Trinómio de caos!

 

Um é pouco, dois é bom... três é demais.

Três... três... tudo é trio.

A engenharia propõe o triângulo como uma forma geométrica perfeita. A física descodifica o universo com leis: recorrendo ao reducionismo, três. A teologia cristã trinitária apresenta o uno em três.

Triângulo. Três. Vértices.

A Natureza obedece a regras que, a seu tempo, vão sendo definidas pelo homem. Elas já existem, porém o homem as definirá. Pressupostos? Falsos silogismos? Talvez... ainda assim, constituem a base do nosso entendimento.

O homem, tal como o observo, possui os seus triângulos. Os seus trinómios. Pai, mãe, filho. Avô, pai, filho. Desejo, vontade, acção. Fome, ar, vida. Suor, sangue, lágrimas. Inteligência, consciência, voz. (etc.)

De todas as formas em que três vértices são cúmplices, há uma que ao homem parece não aplicar-se. Não funciona... Simplesmente não funciona.

Egoísmo, inveja, ódio.

Este é um dos poucos conjuntos que me faz confusão, porque resume-se a três eus muito íntimos. Qualquer observação sobre relações, cujo triângulo, contenha um vértice deste trinómio, sumariamente, não funciona. E nestes casos a máxima “três é demais” faz todo o sentido, porém vai contra as leis da Natureza… onde o triângulo devia ser harmonioso.

O homem é conflituoso, não consegue, não pode ser harmonioso. Seria contra a sua natureza, tão peculiar que é!

Recordando a minha impressão sobre os meus Eus e como os identifico, o meu eu é egoísta, o outro eu é o invejoso, e, finalmente, o eu: O eu, que cada um reconhece em si, e não menos voltado para o seu umbigo. Assim, observo que os triângulos humanos, são formas de manifesta expressão egoísta:

Tu, ele, eu. Amor, amizade, eu. Eu, eu, eu!

 

Parece que o homem não se aguenta a si próprio. Excede-se em inconsciência.

Tudo gira à nossa volta. Somos a antítese da arquitectura que a física tenta decompor matematicamente. Somos o desequilíbrio voluntário da Natureza.

E porque escrevo sobre isto? Muito simplesmente porque fascina-me a forma como lidamos com o excesso de nós próprios. Precisamos de sofrer para ter consciência de que somos felizes, e acho curioso como a nossa forma “natural” de sofrer depende do excesso que levamos de nós próprios.

Mais interessante é a “fé”, ferramenta minuciosa, concebida para controlar e enfatizar os excessos de nós próprios. Somos pecadores e, lá está, inconscientes! A beleza do Homem está exactamente naquilo a que chamamos religião!

Recordando o início, sobre triângulos e a sua harmonia, coerentemente devíamos ser adeptos do equilíbrio gratuito que os triângulos das relações nos proporcionam, porém não conseguimos. Uns chamam-lhe ciúme, outros é espírito competitivo, outros dizem ser egocentrismo, etc. e tal… Em suma somos uns egoístas de primeira e defendemos a partilha, a igualdade e a paridade. Fascinante.

 

Não sei se ficar contente, ou não, por ser assim… mas concluo que o homem é um verdadeiro caos! Se as leis da física fossem decididas pelo homem, agora, ser-me-ia impossível dissertar sobre isto pois o triângulo não existiria, uma vez que… um é pouco, dois é bom e três… é demais, porém perfeito!

Obrigado All Mighty God!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Trocos

No meu ócio lembrei-me de um pormenor que me ocorro no meu ofício.

 

Vejamos:

Por vezes tenho que explicar às pessoas o que é 1Gb de dados. A melhor forma de explicar algo é com exemplos figurativos. Como o contexto, se aplica ao volume de dados (vulgo KB) transferidos pela web, o meu exemplo é o seguinte:

"Imagine uma cerejeira. Grande!

Se durante 30 dias, estiver a conversar no MSN, exclusivamente... isso corresponde a algumas cerejas. Talvez 1 ou 2.

Se estiver a ver um vídeo no youtube, isso corresponde a uma ramada.

A árvore no seu todo, será o Giga de dados que pode consumir. Fui claro?"

...bom, é algo assim que exponho e as pessoas lá ficam contentes com uma ideia aproximada do que podem fazer com os seus plafonds de tráfego.

 

Ora o curioso disto tudo que me ocorreu é que, neste caso, a imagem vale menos que 1000 palavras, já que segundo a imagem que descrevo há conversas no MSN com muito mais palavras que a imagem no seu todo.

Há coisas fantásticas! Onde?

quarta-feira, 26 de março de 2008

Disparates

 

Pronto, confesso, tenho medo do meu blog.

Ao fim de um ano, tenho medo dele. Tenho medo de publicar o que escrevo.

Porquê? Porque alguém lê! Tão simples como isso. Agora que passou um ano desde que comecei este blog, confesso que sinto-me menos confortável em escrever aqui.

É um disparate, pois isto é um reflexo da minha falta de auto-estima, muito provavelmente associada a uma fase da vida qualquer, mas acredito que disparate maior, seria publicar coisas disparatadas. Pois assumo de ante-mão que ninguém vai perceber ou compreender o que pretendo dizer com o que penso.

Pior que isto, é considerar a remota hipótese de que o, que quer que escrevesse aqui, tivesse um propósito, um objectivo... algum dever em ser percebido ou compreendido por quem tropeça neste cantinho.

É, confesso, tenho medo do meu blog. E isso é um grande disparate!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Óptimista... porque sim!

Se dúvidar, prossigo na mesma!

 

Tenho dois caminhos para avançar.

Tenho um objectivo para alcançar.

Ainda assim, não tenho nada para saber escolher...

Importa saber de onde vimos, para saber avançar?

 

Inverta-se a equação:

 

Tenho um objectivo para alcançar.

Tenho dois caminhos para avançar.

Agora não tenho nada para dúvidar....

De onde vim, importa?

 

As vicissitudes da vida não são coerentes com o antes, antes são adaptáveis com o depois.

Optimismo é partir do agora para diante. Considere-se o agora e o depois.

O antes (?)... será um backup de percurso.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Sonho Vs Sorte

 
 
Se o que queremos não precisamos...  e o que precisamos, adiamos... faz sentido ter consciência?

 

De que vale sonhar, se não é reflexo do nosso ser?

 

Egoístas! Singulares! Unos!

Somos o que somos, porém optamos ser o que queremos ser.

Não questionamos o suficiente para ter real noção do que somos aos olhos de... do... nosso reflexo!

 

eco!






SONETO XXXI

Fujo de mi, quando me não precato
Sem querer outra vez me acho comigo,
Tenho-me por suspeito e inimigo,
E comigo perpétua guerra trato.

Entrando em mi destruo, prendo e mato,
Mas eu quando me vejo em tal pirigo
Contra mi me levanto e me persigo
A ferro e sangue, sem querer contrato.

Por mi tenho os sentidos, que me acodem;
A razão co'a vontade e co'a memória
Sustentam contra mi outro partido.

Ai civil guerra sem despojo e glória,
Onde os que podem mais contra si podem,
Onde o que é vencedor fica vencido.

Vasco Mousinho de Quevedo




Sonhar cansa. Ouvir dizer que sonhar e agarrar os sonhos é uma luta à qual não podemos ceder... apenas serve ao ego de outros.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Andam... ou andaram a fazer uma triste figura?

Não me considero bom escritor! Não acho que escreva mal, mas sei que não sou um exemplo maior na escrita. Talvez para alguns, mas isso é-me irrelevante.

Gosto de escrever, admito. Mais que escrever, gosto de comunicar e trocar impressões, debater assuntos. Discutir de forma mordaz.

Acima de tudo, adoro o uso de bom português. Respiro a escrita correcta e faço um esforço para que não tenha surpresas infelizes naquilo que escrevo.

Por outras palavras. Tenho orgulho na língua portuguesa.

 

Posto isto, prossigo: sempre evitei expor-me numa perspectiva opinativa político-social. Embora seja amante da discussão e temas com base em política me sejam particularmente saborosos debater, nunca tive vontade expressa de o fazer aqui, no meu blog.

Mas este assunto tem tudo a ver e resulta numa promoção do artigo e, em última análise, do que está em causa.

 

Não quero dramatizar, mas se fosse poeta diria que temo pela amputação da minha alma.

Cada vez que oiço falar sobre o acordo ortográfico de 1990, a comichão que sinto ferir o orgulho não me é indiferente. Não quero discutir se o acordo é legítimo ou não, se é uma consequência evolutiva, ou se prestigia ou não a língua.

Apenas, quero, manifestar o meu pesar.

Porque não me sinto confortável, porque não é a mesma coisa que mudar de moeda ou aceitar uma constituição Europeia. Simplesmente quero manifestar o meu pesar.

O artigo, que me levou a escrever este post, é da autoria do Dr. Vasco Graça Moura, publicado no DN de 21 de Novembro de 2007 – e pode ser lido aqui. É só mais um, eu sei! Mas talvez o “só” seja facultativo. E em boa verdade o acordo coloca em causa muito mais que uma questão de estética, cultura ou elo emocional às palavras. Coloca em causa a língua Portuguesa. A sua escrita e a sua dicção.

Lamentável.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Peço desculpa... e não é para justificar nada!

Não gosto de dar justificações. Considero-as inúteis e autênticas perdas de tempo. Por uma questão de princípio sou adepto da noção de responsabilidade e integridade.
As justificações sugerem ser meras tentativas de reposição de uma verdade/realidade cuja interpretação é relativa, ou seja alheia aos poderes e interesses de quem as dá.
Tentar é pouco, é muito pouco.
A acção justificar parece ser antagónica à noção de responsabilidade. Ou mantemos uma posição credível e firme, ou perdemo-nos por argumentos relativos na esperança de obter a mesma posição credível e firme. Tão complicado de alcançar senão mesmo impossível. Isto é: ou temos credibilidade ou dizemos que temos credibilidade.
Justificações fundamentadas com factos concretos e não prováveis aceito como extensão de uma noção de responsabilidade e visão razoável para o que se pretende, porém não deixa de ser relativo, quando a interpretação da acção está sujeita a terceiros e só a estes.

Assumir a responsabilidade é mais fácil de dizer que aplicado à prática. Mas será mesmo? Um erro é um erro. Não é algo definitivo. O senso comum devia ser peremptório na sugestão em que um erro assumido pode ser corrigido e que um erro ignorado não. Infelizmente tal não parece ser verdade.
Diria que, porque a mentalidade obedece a padrões sociais, estes deseducam o senso comum. Ou pelo menos não educam. O resultado é a disparidade entre o que se diz e ou que se faz ouvir. A credibilidade dificilmente é sustentável quando há um receio omisso, face às vicissitudes adversas dos vários exemplos que a vida apresenta sem pré-aviso. A falta de senso, a falta de um juízo de valores, a falta de integridade faz dos princípios uma anedota. Por conseguinte, é absurdamente, tolerável que alguém não assuma determinados erros: ou porque não se justifica; ou porque são erros menores; ou porque se tem medo;... ou porque os ignora.
Perante uma pessoa assim, o justificar é igual a zero. Se eu não sei o que é chover, vou compreender que há chuva? Claro que não! E isso faz de mim um idiota? Claro que sim!... mas para quem observa, parece que não.

Faz sentido haver justificações?
O justificar, ou não, é devido a quem nos merece respeito. E merecer não é o mesmo que dever, concluo.

Tal como eu, no fundo, acho que as pessoas, não percebem a diferença entre o justificar e o assumir de um erro... tal como eu!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

La Bella BelliZZima

Fiz uma mariquice para o meu hi5 e achei que estava tão bonito que não resisti em partilhá-lo aqui também... ora, portanto, aqui fica um verdadeiro disparate, completamente inútil e que gosto de chamar La Bella BelliZZima!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

BombayTV Vs AlfmaniaK




Lá está... é óbvio que tenho que voltar a encher este blog com posts massudos... pelo menos aprendi que quantidade não é qualidade. Por mais engraçado que seja!!!!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Post forçado...

Hoje apetece-me escrever algo com piada. Com muita piada. Talvez porque não me ocorra nada melhor, talvez porque me apeteça rir... não sei, nem quero saber. Apenas importa que faça rir. A mim!
Se alguém se rir também, será bom, mas não é o mais importante. Aliás... pensando bem, escrever algo que tenha piada para mim, também não é o mais importante, mas sim escrever algo para este blog. Se possível seria algo com real importância, mas não me parece ser o caso.
Talvez para não ficar com a ideia que não estarei a escrever sobre nada, procurei um motivo que justificasse o que escrevo. Como que iludindo-me que não escrevo sobre “nada”.

Bom!... deve ser isso. Estou a escrever sobre nada... e é mau? Não importa. O importante é que esteja cá algo novo. Se possível algo com que me identifique, algo que outros possam ler e comentar dizendo que concordam e explicando porquê, ou dizer que não concordam... sem dizer muito bem o porquê. A capacidade opinativa dos cibernautas é algo que me fascina.
...não me apetece escrever mais sobre “nada”. Vou escrever algo com piada, isso é o que eu quero, e foi por isso que escrevi isto(acho?). Assim, cá vai:


“...”


Ui! Que isto anda mal... muito mal!

terça-feira, 26 de junho de 2007

Rumo

Tempo!
Há coisas com que não contamos, e sem querer é fácil perder o rumo. Talvez por causa do ruído provocado pelo inesperado. Depois é uma questão de tempo.
Eu gosto de ter consciência de tudo o que se passa à minha volta. Não é só saber de onde venho (como vim), onde estou (como estou) e para onde vou (e como vou).
Gosto de perceber tudo o que segue, lado a lado, com os meus passos. Observando, analogamente, parece que consigo perceber tudo o que preciso saber dos vários "como's" que indico.
A determinada altura o rumo escapa-se. Será?
E será possível recuperar o que se tinha em mente para o "onde vou" e "como vou"? Sim... há! É uma questão de voltar a ver o rumo, e para isso basta deixar assentar a poeira.


- Deixar poisar a poeira?
- Sim.
- Para quê?
- Porque: ao tempo o que é do tempo. É assim que deve ser.
- Quem define isso?
- Não sei. Talvez o tempo...

- ...
- ...

- Já chega?
- O quê?
- O tempo que deste à poeira.
- Qual poeira?
- Então já chega!
- Sim! Já chega! Vou retomar onde estava.
- Até que enfim. Já não era sem tempo.
- Quem define isso?
- Não sei. Talvez o tempo...

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Afinal... tá bem, tá!

Uma vez que o post anterior perece ser extenso, pesado ou, simplesmente, uma seca... cá vai um post light:

O Zé resolve dirigir-se á nova empregada e pergunta-lhe:
- Você fazia amor comigo por 10 mil contos?
- Eiii...bom... toda a mulher tem um preço. Sim, fazia.
O Zé resolve perguntar de novo:
- E...por 10 contos, fazia amor comigo?
- Eu não sou prostituta...
- Não foi isso que eu perguntei...agora já estamos a discutir o preço.

Encontrado no Anedotódromo.



Pois... afinal não é prostituta, mas que engana... lá isso engana!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Genial ou rídiculo?

Hotdoll: The Sex Doll para cães!!
Ok! Que nós até podemos depender em muito dos prazeres do sexo ao ponto de pagar para o ter, mesmo de forma artificial, tudo bem. Não me importo, como é algo que fica ao critério de cada um, sinto-me livre e não me incomoda.
Mas... MAS!!... Ter um brinquedo sexual para os cãezinhos?!?!?!? Sinceramente, até pode vir a ser muito útil... mas não é rídiculo?
É como se a uma mulher ao chegar a casa dissesse:
- Toma. Vai lá brincar com esta Lolita que andas insuportável. Tu e essas hormonas.

Controverso ou não, a realidade é que até me sinto compelido a adquirir um brinquedo destes. Não sei se para alívio do cão, se para meu entretenimento em observá-lo sôfrego a consolar a cadela de borracha.
Ainda me pergunto: Como é que se explica a uma criança para que serve o pequeno orifício que se apresenta nas traseiras do brinquedo? É, de todo, complicado ignorar a sua real utilização, e curiosamente, enquanto brinquedo não estou a ver como explicar que se trata de um utensílio, como se de um WC se tratasse.
Realmente os tipos sabem muito bem que sexo vende. MAS?!?!? Até este ponto?!?
Levem os cães à rua! Deixem-nos ser felizes!
Porra que estes gajos inventam de tudo. Graças a idiotas como eu, claro está!
Genial ou Rídiculo?

A ver: HotDoll The Sex Doll para cães.
De salientar a 1ª questão colocada: É lavável na máquina da loiça?... Enfim!

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Nota mental

Hoje:
- Escrever qualquer coisa para o blog;
- Verificar/estudar sobre compatibilidade entre macros desenvolvidas para o Excel 2003 e, agora, para o Excel 2007;
- Verificar como atribuir e manipular direitos de acessos restritos de uma conta de utilizador de outra máquina, para outra na mesma LAN;
- Verificar o problema da janela do carro (que por alguma razão idiota - de certeza - não abre, nem fecha);
- Ajudar Sr. F, sobre cópia de "documentos";
- Contactar Sra. I., e se possível resolver problema hoje;
- Tentar acompanhar sessão plenária, ou pelo menos, obter o registo da mesma (Proposta de Lei n.º 119/X... isto mexe comigo);
- Reunião de pais;
- Garantir qualidade de vida - Parar o tempo para tomar café ao fim da tarde com os amigos (Ponto diário e fundamental);
- Fazer ponto de situação dos orçamentos com a direcção EXP;
- Reler e estudar mais um pouco sobre a Quadridimensão (só para perceber melhor isso do E8 e do Grupo de Lie);
- Dar mimos q.b. às minhas meninas;
- Dar... enfim... atenção ao cão;
- Tentar dormir mais de 3 horas de hoje para amanhã.

Nota mental: O dia tem poucas horas...