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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Prova Final

Prova Final from Produções STAR on Vimeo.



Pedro é vítima acidental de um triângulo amoroso entre uma mulher que mantém uma relação secreta com um aluno do seu marido.

[Curta metragem produzida no âmbito académico para a disciplina de Produção Audiovisual do 2º ano na ESART/IPCB.]

Maria (Rita Pereira) envolve-se com João (Afonso Fontão), um dos alunos do seu marido, professor Ricardo (António Romão), criando um triângulo amoroso perigoso para ela e para João. Pedro (Jorge Coelho), também aluno e colega de João é arrastado para este jogo como testemunha acidental. João e Ricardo são instrumentos da mesma mulher que usa o aluno para fugir ao marido. Um thriller vertiginoso onde a audácia é premiada e a inocência condenada, graças à mente de Paulo (Ricardo Amorim).

PRODUÇÕES STAR e ESART/IPCB apresentam | uma PRODUÇÃO STAR | um filme de RICARDO AMORIM "PROVA FINAL" ANA RITA PEREIRA JORGE COELHO com ANTÓNIO ROMÃO AFONSO FONTÃO e RICARDO AMORIM produção executiva ANTÓNIO ROMÃO produzido por AFONSO FONTÃO direcção de fotografia TIAGO MOURA grafismo por SORAIA DUARTE direcção de som ANTÓNIO ROMÃO música de THOMAS NEWMAN screenplay AFONSO FONTÃO RICARDO AMORIM ANTÓNIO ROMÃO TIAGO MOURA SORAIA DUARTE história e realização RICARDO AMORIM edição AFONSO FONTÃO supervisão ISABEL MARCOS

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Blog

Quando comecei este blog, várias ideias ocorreram para a sua linha de posts e respectiva longevidade.

Inicialmente tinha alguns assuntos que queria vê-los no formato de palavras escritas. Só para perceber a sua consistência ou reconhecer o disparate que seria tê-las pensadas. Paralelamente permitiu inebriar-me na blogosfera com tudo o que ela tem.

A ideia base do meu blog sugeria que não escrevesse periodicamente. Sugeria que não fosse participado. E pressupunha o seu fim em menos de um ano. Todavia, as amizades, as participações, a própria vida da blogosfera levaram a uma publicação mais ou menos intensa no início. Coisa que não gostei, mas não condeno, antes pelo contrário: agradeço. Todavia essa fase de escrever para o blog – e fazer de conta que é para mim – levara a uma relação nova. De repente não me sentia à vontade para o terminar e marcar um ponto final.

O que se pretendia como uma experiência de curto prazo, transformou-se numa expressão minha online. E o seu fim nunca se manifestou.

Até que praticamente deixei de escrever textos para o meu blog. Pior, até deixei de escrever fora do meu blog. Como se de repente escrever fosse uma chatice.

Esta chatice desenvolveu-se sobre interpretações que rejeito. Se havia coisa que não queria era parecer algo. Claro que sempre haverá rótulos, e em nada me preocupa o que se diz ou pensa sobre mim, sobre isto ou sobre aquilo. Mas não gosto de parecer algo, que rejeito ser. Ao que se conclui que não sei como sou, ou que me rejeito a mim próprio. Adiante.

Ainda o blog, ideias para textos têm aparecido. Mas escrever sugeria ser uma chatice. Algo forçado e não natural. A somar a isto, o rumo inicial, o perfil pensado perdera-se! Ficara com uma ponta solta sem saber por ande encetar o novo perfil que o blog assumira ou virá assumir.

O post que servirá de remate está escrito (também porque não quero perder a ideia inicial). Não sei quando e porque motivo o devia publicar. Mas quando penso nisso, apenas concluo que não o quero ver publicado. Conclusão esta que me leva a escrever para o blog. De propósito. Assumidamente para o blog. E se não for natural, tanto pior!

Agora que se defina o blog a si.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Pois... não gosto de ler!

Leio pouco*. Sempre o disse e não tenho qualquer complexo sobre as consequências de tal assumpção, até porque considero importante ser considerado um fulano com uma escrita cuidada.
Recordo que durante os anos de escola, nunca tive sucesso a português, mas tal nunca foi motivo para não escrever... para expressar ideias, ideais ou teorias bacocas com uma escrita cuidada.
Por outro lado, confesso que por vezes lamento não ler mais.
No meio disto tudo, apenas observo um detalhe que gosto. Orgulho-me de conseguir enumerar todos os livros que li.
Ora então vejamos o que li, que possa ser entendido como literário:
(acredito que a ordem cronólogica é esta)

1 livro da série "uma aventura"
Frei Luís de Sousa
Salteadores da Arca Perdida
O arranca corações
A casa dos Budas ditosos
O Mundo de Sofia
Peregrinação Interior Vol. I - Reflexões sobre Deus
Evangelho segundo Jesus Cristo
Código Da Vinci



...e "prontos"! Cá está o manancial de volumes em que investi tempo na sua apreciação. É de facto motivo de orgulho. As únicas pessoas que conheci e conseguem ditar-me todos os livros que leram, são crianças do primário!
Mas não sou um bicho raro, muitos há por aí que leram tanto como eu, e faço parte desse grupo. Se sabia ler, não era só legendas em filmes e afins, também li as séries completas do Astérix, Lucky Luke e Tintim (eu mereço um Magalhães), e li muitos Patinhas e Mickeys!
Bolas, como gosto do que li e leio!
E tu lês? Ou fazes de conta?


* No fundo, não gosto de ler... é mais isso que outra coisa qualquer!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Repentes

O propósito que sustenta a vontade, pouco importa quando é o acaso que faz o propósito!
Os dados são lançados por muitos. Por todos e mais alguns.
...raramente por quem pretende jogar.

Sempre quis jogar, mas a fortuna parece estar nos dados dos outros.
Confesso não ter certezas do que escrevo. Mas uma coisa, não invalida a outra, e por isso mesmo mantenho a minha perspectiva!

História
"O empresário entra no escritório e repara na dezenas de currículos empilhados na sua secretária.
Chama a sua assistente, que se apresenta num ápice:
- Sra. Maria, retire 10 currículos para eu ver mais logo e deite o resto fora.

A assistente fica perplexa com as instruções do seu chefe e reage:
- Mas... tem a certeza disso. O cargo é de grande responsabilidade, e o melhor candidato pode estar num dos outros currículos. Não acha melhor, dar uma vista de olhos, pelo menos, no geral!?
- Não! Sra. Maria, eu não preciso de gente sem sorte!"

Alea Jacta Est

terça-feira, 29 de abril de 2008

Ego do dia!

Hoje no meu ofício tive um dia bom!

Fui eficaz. Constatei que estive e estou à altura das expectativas para corresponder de forma bem positiva ao que me é exigido.
O que faço, não é o que queria. Sei disso. Por conseguinte, nem coloco a questão se gosto ou desgosto do que faço. Interessa-me saber que sou bom no que faço e como o faço. Acima de tudo, gosto de ter a noção que fui melhor que ontem!

 

O pior desta sensação, aparentemente boa, é que acaba por ser detestável porque o que faço não me interessa...

...em todo o caso, estive bem no meu ofício!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Elogiado

Eloquência...

 

"És eloquente!"

Disseram.

 

Isso é um elogio ou um insulto? Pouco importa!

Há dias em que aceito a eloquência como elogio, noutros encaro como insulto. Se não é o contexto que define a semântica, tenho dúvidas que seja o estado de espírito a sua base.

Parece-me difícil julgar o que é aparentemente óbvio e evidente, pois a rapidez com que se faz um julgamento, é inversamente proporcional à verdade nele contida!

 

As observações como elogios ou ofensas são baseadas e definidas com conotações, cuja interpretação pode depender de muita coisa. Um elogio sabe sempre bem... mas será sempre bem vindo?

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Feliz

Muito se quer dizer e muito se fala. O objectivo é sempre o mesmo. Ser simpático!

Eu não quero ser simpático. Quero ser verdadeiro e por conseguinte mais do que um Feliz Natal, desejo a todos momentos felizes e um final de ano apoteótico.
...se possível, tão bom como o meu!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Estou Maravilhado!!

Que o cérebro esteja a ser alvo de inúmeros estudos já era sabido. Que estes já revelaram muita conclusão acerca de capacidades hipotéticas também já não era novidade. Daí a apresentarem uma simples imagem para determinar o uso que dás ao cérebro... acho fascinante!!!!

Sei que fico maravilhado com pouco, mas isto atraiu-me. Segundo as instruções (que se seguem mais abaixo) consoante a percepção da rotação da mulher, podes avaliar se usas o lado direito ou esquerdo do cérebro.

i.e.: Se estiver a ler ou for dado às letras então verá a mulher rodar no sentido oposto aos ponteiros. Se estiver a imaginar algo, ou a cantar (?) então a mulher sugere rodar no sentido dos ponteiros....
Está giro!

Não deposito grande credibilidade nisto, mas não deixo de estar fascinado com o raio da imagem.
Pessoalmente, à primeira vez que olhei a imagem pareceu-me rodar no sentido oposto aos ponteiros. Depois, com um pouco de concentração e esforço lá a vi a rodar no sentido correcto (ponteiros)... agora consigo vê-la a rodar no sentido que optar, sem dificuldades. Porra que a imagem está bem conseguida!!!!!




Teste do lado direito do cérebro Vs o lado esquerdo do cérebro... Vês a mulher rodar no sentido dos ponteiros do relógio, ou no sentido contrário destes?

Se vês rodar no sentido dos ponteiros, então usas, com maior frequência o lado direito do cérebro... e vice versa.
A maior parte de nós vê a mulher rodar no sentido oposto aos ponteiros, porém, com alguma concentração é possível observá-la mudar de sentido. Tenta por ti mesmo!

Testing... 1 2 3... Testing!


Sentido oposto aos ponteiros!Sentido dos ponteiros!

FUNÇÕES
DO LADO ESQUERDO
lógico
detalhado
factual
língua e palavra
presente e passado
matemática e ciência
compreende
conhece
aprende
percepção de padrões/lógica
reconhece o nome do objecto
base realista
constrói estratégias
prático
seguro
---
FUNÇÕES
DO LADO DIREITO
emocional
“imagem geral”
imaginativo
símbolos e imagens
presente e futuro
filosofia e religião
entende
acredita
aprecia
percepção espacial
reconhece a função do objecto
base fantasista
apresenta possibilidades
impetuoso (impulsivo)
arriscado

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Santana Vs Mourinho & Sic Notícias

Provavelmente o tema mais comum nos próximos dias... ainda assim, serve de espanador deste blog:




Bom... sempre deu para rir!
Não consigo, porém, deixar de pensar que ambos estiveram mal. Sic Notícias e Dr. Santana Lopes.
Nem o primeiro tinha o direito de interromper a entrevista para os efeitos verificados, nem o segundo tinha o direito de privar os espectadores da entrevista. Para isso nem sequer aceitava o convite.

Como bem frisou, o Dr. Santana Lopes, não o fez com pretensiosismo, mas que preteriu a importância do seu discurso por protagonismo, isso ninguém o pode negar.
Tão típico do Sr. Dr. Santana Lopes.

E só em jeito de gozo, pessoalmente ficaria mais indignado se fosse interrompida uma entrevista a José Mourinho para ver o Dr. Santana Lopes fazer demagogia!



Em breve, a actividade será retomada.
Continua a visitar este blog!!!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Momento

Luar! Momento!

do Lat. momentu

      s. m.,
            espaço pequeníssimo de tempo;
            ápice;
            instante;
            tempo ou ocasião em que alguma coisa se faz ou acontece;
            ocasião azada;
            lance;
            conjuntura;
            valor;
            importância;


Sendo apologista de querer viver o momento, ultimamente e a par das experiências que tenho passado, reparo que a noção de momento, do presente, do agora, está muito em alta. Muitos defendem a necessidade de abstracção do tempo e que se aproveite o momento. Não falo do Carpe Diem muito próprio da adolescência, mas sim do viver a vida.
Esquecer o passado e evitar a projecção do futuro.

É aqui que começa a minha percepção da realidade. O momento não existe. O momento é um misto entre o minuto seguinte(3) e o minuto anterior(1), mas nunca o minuto que acontece(2).
Infelizmente não sei observar o momento como devia. Por uma razão muito simples, porque quando me apercebo do momento e o procuro sentir ou procuro saber o que sinto, será sempre em função do passado ignorando o que se segue. Ou então, penso no que se segue e ignoro o passado. Isto parece-me completamente errado.

Para se aproveitar o momento, digo eu, a forma mais razoável será tentar sentir o que ainda temos do passado imediato e, em função deste, preparar a recepção para as sensações ou emoções futuras... ignorando o que está a acontecer.

Um beijo.
O momento começa com a sugestão de haver um beijo. Assim que sentimos a sugestão em si, deixamos de estar nesse momento ou parte do momento. Ignoramos esse passado e procuramos o que se segue: O beijo. O momento é falso.
No entender de cada um, a definição de momento será o beijo, mas tudo o que acontece durante, antes e depois são fracções desse momento ou momentos em particular?

O olhar não foi ele um momento? O toque da pele? O sentir do cheiro? A cor dos lábios? Para mim tudo isto são momentos isolados, que construiram outro momento. O beijo.
O que se segue é outra cadeia de momentos, simétricos à forma, mas cadentes na itensidade... O olhar, o toque, o cheiro, o calor, mas tudo como se fosse um fade out.

Descrevi um beijo, mas esta linha de raciocínio transporto para outros pseudo-momentos: Ganhar aposta; Sexo com a melhor amiga, ou com desconhecida, ou com amante, ou em local público, ou em grupo; Festas (mais sexo); Corridas; Promoção; Jantar; Directas; Conhecer gente nova; ouvir aquela música ao vivo; palco...

Só encontro uma razão porque prefiro ignorar o minuto do meio(2), porque sentir envolve interpretação... e eu não quero estragar os meus momentos questionando-os. Interpretando-os. Apenas viver e passar por eles!
Isso mesmo, passar por eles...

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Humildade?!? Para quê?

Se tiver noção do meu valor, do que sou capaz, porque raio hei-de ser humilde? Não gosto de ser humilde! Aliás, não percebo porque havemos de ser humildes!?

Sempre entendi a humildade como uma variante da hipocrisia, e faz-me confusão que seja considerada como uma virtude.

Porque é que, quando é reconhecido o trabalho de alguém, se valoriza a resposta humilde em detrimento da resposta honesta e de auto-reconhecimento? Seria um exercício muito positivo para qualquer um com dúvidas da sua capacidade produtiva, afirmar com segurança que sabe que está de parabéns, e que sabe que o que fez... ficou bem feito! E isto é que é de valor.

Concordo que é mais simpático, armar-se em inocente, agradecer o reconhecimento e ainda alegar que “não foi nada de especial”! Mas se é de facto algo de bom, para quê a humildade? Quem é que se pretende enganar? Só se for o próprio!
Reconhecer o seu mérito, não implica ser-se humilde. A humildade é para quem acha que ficou por baixo e que teve um rasgo de sorte. Por outras palavras é para quem não quer reconhecer os seus feitos. Se tem dúvidas do que conseguiu e duvida do reconhecimento colhido, para isso há a modéstia. Ser-se moderado é uma coisa, ser-se humilde é triste e falso.

Gosto de dizer que sei que o que fiz, ficou bem feito, e de igual modo reconheço que falhei aqui ou ali, e sou modesto o suficiente para afirmar que consigo fazer melhor. Mas não sou dado à humildade. Acusem-me de presunção, mas antes isso que humilde. Sei que sou melhor do que sou, é uma questão de acreditar e fazer, e reconhecer o mérito em mim mesmo.

O meu orgulho pode ser silencioso, mas não cego!

terça-feira, 26 de junho de 2007

Rumo

Tempo!
Há coisas com que não contamos, e sem querer é fácil perder o rumo. Talvez por causa do ruído provocado pelo inesperado. Depois é uma questão de tempo.
Eu gosto de ter consciência de tudo o que se passa à minha volta. Não é só saber de onde venho (como vim), onde estou (como estou) e para onde vou (e como vou).
Gosto de perceber tudo o que segue, lado a lado, com os meus passos. Observando, analogamente, parece que consigo perceber tudo o que preciso saber dos vários "como's" que indico.
A determinada altura o rumo escapa-se. Será?
E será possível recuperar o que se tinha em mente para o "onde vou" e "como vou"? Sim... há! É uma questão de voltar a ver o rumo, e para isso basta deixar assentar a poeira.


- Deixar poisar a poeira?
- Sim.
- Para quê?
- Porque: ao tempo o que é do tempo. É assim que deve ser.
- Quem define isso?
- Não sei. Talvez o tempo...

- ...
- ...

- Já chega?
- O quê?
- O tempo que deste à poeira.
- Qual poeira?
- Então já chega!
- Sim! Já chega! Vou retomar onde estava.
- Até que enfim. Já não era sem tempo.
- Quem define isso?
- Não sei. Talvez o tempo...

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Dormir?



Confesso! Sou um noctívago compulsivo.

Sem querer arranjo sempre mil e uma coisas para fazer. Ou porque prometi, ou porque descobri coisas novas... mas há sempre alguma coisa para fazer ou procurar.
O dia já tem coisas mundanas em excesso, e a casa divide-se por tarefas. Resta-me a noite.

Concluí que o meu período de maior rendimento é depois da meia-noite. Gosto, e perco-me, entre pesquisas na net, leitura de blogs, experiências no PC, conclusão e início de projectos menores, etc... mas sempre pela noite dentro (ou fora).

Adoro a ausência de tudo. De ter o espaço - tempo - eu para mim e só para mim.
Deixo a TV ligada, o silêncio perturba-me. O som escolhido às vezes também. Gosto do acaso sonoro e irrelevante, que a TV apresenta.
Todas as noites, sem excepção, desejo deitar-me cedo. Tal raramente acontece... e quando acontece já são pelos menos 2 ou 3 da madrugada. O normal é deitar-me às 5 para me levantar às 8.
Durmo pouco e as companhias de café agradecem. Mas a realidade é esta: sou noctívago.
Por mais cansado que esteja, sentar frente ao PC, desperta-me. O cérebro ganha uma falsa energia (tal qual as "directas") e opera com uma facilidade e vertigem aguça que não encontro durante o dia.

Aos fins-de-semana durmo. Tenho muitas horas para repor. Por vezes tal não é possível e o organismo ressente-se... o colapso ainda não se deu, mas se um dia acontecer, a noite continuará a ser tal como ela é. E eu estarei lá para ver. Confesso! Sou um noctívago compulsivo.

Gosto da noite em que saio. Onde entro e saio de bares. Onde posso beber, cruzar-me com pessoas, conversar com amigos, flirtar com ela. Mas essa noite é outra noite.
Sou noctívago, porque mesmo não saindo, entro e saio de mundos, cruzo-me com opiniões, converso com leituras, e flirto com ela. Sou um noctívago compulsivo... e ela não gosta nada. Só da parte do flirtar, e eu do nascer do dia...

quarta-feira, 9 de maio de 2007

E tu? Que é que tens feito?


Everyday
Noah Kalina | 11/Jan/2000 - 31/Jul/2006 | 2356 dias
...a work in progress...



Gosto da música!



...e eu? Que é que tenho feito?

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Previsões para Maio

Ora, em jeitinho de plágio, porque ainda não o fiz, e até parecia mal se não houvesse plágio no meu blog, aqui fica uma ideia da InsideOut que me parece muito interessante: postar a previsão do signo para o mês que se apresenta e no final do mesmo, penso eu de quê, fazer o balanço. Sem mais demoras, que se plagie o que é bom...

O Futuro!


Já que estamos no início do mês, vamos ver as previsões que a Maya e respectivos colegas fizeram para os Gémeos...

Carta dominante: VII O CARRO
O Carro marca um mês positivo e de progressos. Gémeos não tem, em Maio, a vida facilitada mas revela uma grande capacidade de luta e sentido de vitória que, aliás, poderão surpreendê-lo até a si próprio.
Até ao dia 11 vai sentir necessidade de redescobrir o seu mundo interior. Está a carregar baterias e a digerir certas situações. Certifique-se que dispõe do tempo necessário sozinho para sentir em paz e em sossego. A ligação a uma pessoa criativa vai ser importante no ponto de vista profissional.
Depois do dia 11 vai começar uma nova fase de liderança e será uma boa altura para comunicar e para viajar. Vai expressar-se melhor do que nunca e novas portas vão abrir-se. As pessoas vão ouvi-lo e tudo o que você diga vai ter grande impacto. Este é um bom período para o plano intelectual. Será bom aliar-se a um parceiro forte com quem consiga trabalhar.
Sentimentalmente Gémeos apresenta algumas fragilidades este mês. Há assuntos que Gémeos tem mesmo de resolver, de nada valerá adiar, fechar os olhos ou dar mais tempo.
Se está numa relação haverá bastante motivação e atracção. Se tiver alguém em mente, o dia 22 é excelente para causar boa impressão. Poderá, contudo, haver alguma confusão lá para o fim do mês e terá que fazer uma escolha decisiva. Tal significa despedir-se de algo do passado ou fazer uma mudança radical no seu estilo de vida.
No campo profissional Maio é um mês de boas evoluções e também de importantes decisões; Gémeos poderá ser confrontado com opções profissionais e o critério de escolha deve ser o sonho. Este mês conseguirá gerir a vida económica com grande lucidez. Na saúde as suas energias estão ascendentes embora sujeitas a picos de maior intensidade. A saúde é aliás, este mês, uma das âncoras de Gémeos que, dadas as suas fortes energias e optimismo vedará a entrada a doenças.

Ligações mais protegidas com: Gémeos, Balança e Aquário

Hum... No último dia do mês, cá estarei para fazer o balanço.

domingo, 29 de abril de 2007

Somos tão limitados

Parando para observar mais um pouco:
Esta capacidade idiota, de tornar tudo um pouco mais figurativo, estende-se por tudo o que nos rodeia, mas que não tenha informação “multi-canal”.
Se ouvimos um som, colamos-lhe uma cara. Se lemos um livro, colamos-lhe uma voz. Se vemos um filme, colamos-lhe um sentimento. Se lermos um sms, colamos-lhe um tom!!!!

Acho graça à noção limitada de interpretar “texto” através de letras, palavras, conjugações e, finalmente, frases.
Por mais pontuação que se use. Por mais cuidada que seja a estrutura do texto… falta-lhe tacto! Onomatopeias ou interjeições ficam aquém do que se pretende transmitir, porque o cérebro faz a leitura que lhe parece mais credível à data da sua interpretação. O meu cérebro atribui a conotação que eu prefiro dar no momento:
“Epá! E tu a dar-lhe!!”

Reparei nesta capacidade interpretativa pobre, ao observar as sms… e agora ao ler blogs.
O que escrevo é mal ouvido por quem lê… Parece-me! Ou então sou eu que oiço mal o que escrevem. Afinal qual é o tom que se pretende passar quando se escreve? Tão limitados que somos, ao ponto de: com raiva pressionar as teclas – como quem diz, que a mensagem segue com agressividade; ou então a rir e a rir mais um pouco, escrevemos as respostas – como quem diz que a minha resposta vai com ironia e bom humor.
Enfim!... Em ambos os casos, nunca implícito… porém óbvio! Que disparate.
Posso aprofundar a ideia, mas acho que já perceberam!

sábado, 14 de abril de 2007

E lá vai o dia dos sortudos...

Supostamente um dia dedicado aos acasos menos felizes, confesso que fiquei atónito, com o ridículo do meu episódio.
Como uma vez li numa BD do Pato Donald: “A sorte pode ser cega, mas o azar vê... e muito bem. Está sempre atrás de mim!”

Ora dos inúmeros azares de ontem, saliente-se o seguinte:
Acordei. Não sendo supersticioso, ou melhor, sendo um supersticioso ao contrário decidi não usar boxers para ter mais sorte (desta forma teria 13 peças de roupa vestidas). Porquê descartar os boxers da moda? Não sei!...
O certo é que a asneira foi imediata. Na hora de fechar o fecho éclair das calças, a pilinha, estonteadamente, foi colhida e consideravelmente ferida pelo processo. Ui! Ai! Adiante.

Fora os embaraços diários, devido ao mal-estar da pilinha. Porque é embaraçoso ter olhos furtivos a mirar o constante compor do órgão, porque é embaraçoso tentar fingir que se está bem, quando na realidade é um incómodo gigante que invade o organismo, dado o sangue a ferver que calhou passar pelo perímetro ofendido da dita cuja. Enfim... foi um dia às avessas. O azar, esse não se ficou por aqui.

Fim de tarde.
Para casa que se faz tarde. A minha leal esposa, aguarda-me e com meios espampanantes apresenta uma surpresa: “Querido é hoje!”. Faz-se uma pausa, compõe-se a pilinha e inquiro: “Hoje! Que bom e, já agora, o quê?”
Gosto de ser surpreendido. Bom, gosto muito de ser surpreendido. Mas num dia destes, as surpresas adivinham-se traiçoeiras.
A leal esposa solta os cordões e abre a caixa (de pandora). “A ‘Sofia’ alinhou. Ela aceita sair hoje connosco”. Cá está! Para contextualizar o que se modelou na minha cabeça: desde há muito que insistia numa experiência a três. A minha esposa, leal esposa, mima-me e gosta de me ver feliz e por conseguinte tudo fez para que eu tivesse o que queria. Liberdades à parte, recordemos o episódio da manhã: pilinha; fecho; dói-dói!
A esta hora do campeonato o palpitar do coração que ritmava assíncrono com o palpitar da pilinha, caiu redondo para esta última. Adiante.

A noite correu bem, e que se faça um forward para o momento X. Em casa e num clima de ousadia tal, o desconforto multiplica-se. Tinha que ser sincero e aceitar: “O que mais quero, hoje não posso ter!” Mas elas não o sabiam e o ‘No turning back point’ já tinha sido ultrapassado. O resultado está à vista, elas não se fazem rogadas, e vamos lá libertar o “macho” que queremos, agarrando as minhas calças!!! Foi neste momento que acordei...

O despertador está a tocar, e é sexta-feira dia 13... dia dos azares. Levanto-me. E sempre com este sonho na cabeça, VISTO uns bonitos boxers. Aperto as calças... e etc. O dia passou-se bem, obrigado!


Toparam? O ridículo está nas calças. As minhas têm botões! Enfim...

quinta-feira, 29 de março de 2007

Que se conclua o perfil psicológico!

Estar bem! Apenas isto.

E para saber que estou bem não preciso ter que passar, necessariamente, pelo "estar mal"... regozijo a ver os outros que passam mal. É cruel? Ok! Não faz mal, consigo passar bem com isso. Até porque não sou imune a tudo, e há períodos menos bons, pudera. E se há coisa que gosto, é que se divirtam na mesma.

Sou um puto feliz, e gosto!
Gosto de passar por blogs a negro, onde a escuridão e a solidão (disfarçada por mensagens virtuais) pactuam com a frustração de quem assim o quis.
Gosto de ver a TVI (bendita TVI) onde posso chorar. Lágrimas de euforia histérica! (ou será estética?)
Gosto de ouvir queixas e queixumes. Exercito os ombros, manifestando a minha indeferença perante tais problemas.
Gosto de ler desilusões. Gosto de ver frustrações. Gosto de sentir a outra solidão. A dos outros!

Gosto de estar bem. Gosto que os outros me vejam assim. Ruiiiiim como as cobras!

Infelizmente não consigo. Mas sinto-me tão bem. Sinto-me estupidamente alegre às vezes, estupidamente inútil às vezes, estupidamente melhor... sempre!




Assim é o ego que escreve. Mesmo lá no fundo é assim. Sem vírgulas, sem pausas, sem nada que disfarce. Por fora?

Sou bem pior!

Ass: Ego