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domingo, 18 de janeiro de 2009

Talvez porque

Seria bom ter uma ferramenta de discurso directo para a escrita. Aborrece-me pensar em temas, construi-los na mente, oralizá-los quando questionado... e não ter pachorra para o escrever.
Este post, é um excelente exemplo disto.

Para cada linha que escrevo, outras 5 ficaram de fora. A catapulta de ideias não permite o registo de todas as frases, não garante uma conjugação de raciocínios, não me deixa escrever.
(só no parágrafo anterior perdi:
- a ideia de que um argumento com origem no nada, evolui para vários argumentos diferentes;
- a ideia de que construir mentalmente é mais fácil, porque não consigo visualizar todas as ideias em simultâneo;
- a ideia de que escrever um raciocínio não é igual a pensar racionalmente;
- a ideia de que catapulta é igual a pensamentos atropelados;
etc...)


Então para quê escrever?
Porque gosto, porque é giro, porque posso, porque acho que devo escrever, porque tudo e mais alguma coisa... e que em última análise em nada responde ao porquê de escrever!



Mas, tenho em mim, que talvez porque a melhor forma de triar ideias... é passá-las à escrita!
...e assim faz sentido, tudo o que pensei/disse/escrevi... e se faz sentido, fico satisfeito... e se fico satisfeito por escrever: eis porque escrevo!!

Pronto, agora sei porque escrevi!


(e pensava eu que era para encher o blog... pois!)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Procrastinar

Prontos... agora é que foi tudo às favas!
Algo em comum que reparei nas pessoas que reclamam por tudo e por nada, é que não têm bom conhecimento do vocabulário português para além de expressões como: "Não gosto"; "A mim não me enganam"; "Vou à DECO"; etc...
Portanto uma boa forma de lidar com este tipo de situações, é disparar com uma barbaridade, digamos que, verbalmente pesada.
Então, eu, tinha por hábito recorrer à maravilhosa palavra procrastinar, pois desta forma nunca mentia... e o queixoso, lá aceitava a razão, pois não queria dar a perceber que é estúpido!

- É como lhe digo Sr. Acácio, estamos a procrastinar na medida do possível.
- Estão o quê?
- A procrastinar na medida do possível para o ajudar.
- Err... heee...
- Portanto é uma questão de aguardar.
- Ah! Está bem. Está bem.


Até aqui, tudo corria bem. Mas agora... os Gato Fedorento lixaram tudo.
Enfim...


Um complemento

Mais um complemento ao estudo do perfil de cada um! Neste caso, será um complemento ao meu perfil...
Portanto, cá vai disto:






Fiquei convencido. PIM!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Pois... não gosto de ler!

Leio pouco*. Sempre o disse e não tenho qualquer complexo sobre as consequências de tal assumpção, até porque considero importante ser considerado um fulano com uma escrita cuidada.
Recordo que durante os anos de escola, nunca tive sucesso a português, mas tal nunca foi motivo para não escrever... para expressar ideias, ideais ou teorias bacocas com uma escrita cuidada.
Por outro lado, confesso que por vezes lamento não ler mais.
No meio disto tudo, apenas observo um detalhe que gosto. Orgulho-me de conseguir enumerar todos os livros que li.
Ora então vejamos o que li, que possa ser entendido como literário:
(acredito que a ordem cronólogica é esta)

1 livro da série "uma aventura"
Frei Luís de Sousa
Salteadores da Arca Perdida
O arranca corações
A casa dos Budas ditosos
O Mundo de Sofia
Peregrinação Interior Vol. I - Reflexões sobre Deus
Evangelho segundo Jesus Cristo
Código Da Vinci



...e "prontos"! Cá está o manancial de volumes em que investi tempo na sua apreciação. É de facto motivo de orgulho. As únicas pessoas que conheci e conseguem ditar-me todos os livros que leram, são crianças do primário!
Mas não sou um bicho raro, muitos há por aí que leram tanto como eu, e faço parte desse grupo. Se sabia ler, não era só legendas em filmes e afins, também li as séries completas do Astérix, Lucky Luke e Tintim (eu mereço um Magalhães), e li muitos Patinhas e Mickeys!
Bolas, como gosto do que li e leio!
E tu lês? Ou fazes de conta?


* No fundo, não gosto de ler... é mais isso que outra coisa qualquer!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Homem, esse pequeno caos!

Trinómio de caos!

 

Um é pouco, dois é bom... três é demais.

Três... três... tudo é trio.

A engenharia propõe o triângulo como uma forma geométrica perfeita. A física descodifica o universo com leis: recorrendo ao reducionismo, três. A teologia cristã trinitária apresenta o uno em três.

Triângulo. Três. Vértices.

A Natureza obedece a regras que, a seu tempo, vão sendo definidas pelo homem. Elas já existem, porém o homem as definirá. Pressupostos? Falsos silogismos? Talvez... ainda assim, constituem a base do nosso entendimento.

O homem, tal como o observo, possui os seus triângulos. Os seus trinómios. Pai, mãe, filho. Avô, pai, filho. Desejo, vontade, acção. Fome, ar, vida. Suor, sangue, lágrimas. Inteligência, consciência, voz. (etc.)

De todas as formas em que três vértices são cúmplices, há uma que ao homem parece não aplicar-se. Não funciona... Simplesmente não funciona.

Egoísmo, inveja, ódio.

Este é um dos poucos conjuntos que me faz confusão, porque resume-se a três eus muito íntimos. Qualquer observação sobre relações, cujo triângulo, contenha um vértice deste trinómio, sumariamente, não funciona. E nestes casos a máxima “três é demais” faz todo o sentido, porém vai contra as leis da Natureza… onde o triângulo devia ser harmonioso.

O homem é conflituoso, não consegue, não pode ser harmonioso. Seria contra a sua natureza, tão peculiar que é!

Recordando a minha impressão sobre os meus Eus e como os identifico, o meu eu é egoísta, o outro eu é o invejoso, e, finalmente, o eu: O eu, que cada um reconhece em si, e não menos voltado para o seu umbigo. Assim, observo que os triângulos humanos, são formas de manifesta expressão egoísta:

Tu, ele, eu. Amor, amizade, eu. Eu, eu, eu!

 

Parece que o homem não se aguenta a si próprio. Excede-se em inconsciência.

Tudo gira à nossa volta. Somos a antítese da arquitectura que a física tenta decompor matematicamente. Somos o desequilíbrio voluntário da Natureza.

E porque escrevo sobre isto? Muito simplesmente porque fascina-me a forma como lidamos com o excesso de nós próprios. Precisamos de sofrer para ter consciência de que somos felizes, e acho curioso como a nossa forma “natural” de sofrer depende do excesso que levamos de nós próprios.

Mais interessante é a “fé”, ferramenta minuciosa, concebida para controlar e enfatizar os excessos de nós próprios. Somos pecadores e, lá está, inconscientes! A beleza do Homem está exactamente naquilo a que chamamos religião!

Recordando o início, sobre triângulos e a sua harmonia, coerentemente devíamos ser adeptos do equilíbrio gratuito que os triângulos das relações nos proporcionam, porém não conseguimos. Uns chamam-lhe ciúme, outros é espírito competitivo, outros dizem ser egocentrismo, etc. e tal… Em suma somos uns egoístas de primeira e defendemos a partilha, a igualdade e a paridade. Fascinante.

 

Não sei se ficar contente, ou não, por ser assim… mas concluo que o homem é um verdadeiro caos! Se as leis da física fossem decididas pelo homem, agora, ser-me-ia impossível dissertar sobre isto pois o triângulo não existiria, uma vez que… um é pouco, dois é bom e três… é demais, porém perfeito!

Obrigado All Mighty God!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Elogiado

Eloquência...

 

"És eloquente!"

Disseram.

 

Isso é um elogio ou um insulto? Pouco importa!

Há dias em que aceito a eloquência como elogio, noutros encaro como insulto. Se não é o contexto que define a semântica, tenho dúvidas que seja o estado de espírito a sua base.

Parece-me difícil julgar o que é aparentemente óbvio e evidente, pois a rapidez com que se faz um julgamento, é inversamente proporcional à verdade nele contida!

 

As observações como elogios ou ofensas são baseadas e definidas com conotações, cuja interpretação pode depender de muita coisa. Um elogio sabe sempre bem... mas será sempre bem vindo?

sexta-feira, 28 de março de 2008

Trocos

No meu ócio lembrei-me de um pormenor que me ocorro no meu ofício.

 

Vejamos:

Por vezes tenho que explicar às pessoas o que é 1Gb de dados. A melhor forma de explicar algo é com exemplos figurativos. Como o contexto, se aplica ao volume de dados (vulgo KB) transferidos pela web, o meu exemplo é o seguinte:

"Imagine uma cerejeira. Grande!

Se durante 30 dias, estiver a conversar no MSN, exclusivamente... isso corresponde a algumas cerejas. Talvez 1 ou 2.

Se estiver a ver um vídeo no youtube, isso corresponde a uma ramada.

A árvore no seu todo, será o Giga de dados que pode consumir. Fui claro?"

...bom, é algo assim que exponho e as pessoas lá ficam contentes com uma ideia aproximada do que podem fazer com os seus plafonds de tráfego.

 

Ora o curioso disto tudo que me ocorreu é que, neste caso, a imagem vale menos que 1000 palavras, já que segundo a imagem que descrevo há conversas no MSN com muito mais palavras que a imagem no seu todo.

Há coisas fantásticas! Onde?

quarta-feira, 26 de março de 2008

Disparates

 

Pronto, confesso, tenho medo do meu blog.

Ao fim de um ano, tenho medo dele. Tenho medo de publicar o que escrevo.

Porquê? Porque alguém lê! Tão simples como isso. Agora que passou um ano desde que comecei este blog, confesso que sinto-me menos confortável em escrever aqui.

É um disparate, pois isto é um reflexo da minha falta de auto-estima, muito provavelmente associada a uma fase da vida qualquer, mas acredito que disparate maior, seria publicar coisas disparatadas. Pois assumo de ante-mão que ninguém vai perceber ou compreender o que pretendo dizer com o que penso.

Pior que isto, é considerar a remota hipótese de que o, que quer que escrevesse aqui, tivesse um propósito, um objectivo... algum dever em ser percebido ou compreendido por quem tropeça neste cantinho.

É, confesso, tenho medo do meu blog. E isso é um grande disparate!

sábado, 8 de março de 2008

É hoje...

Para os mais distraídos: Hoje é o dia da(s) mulher(es)!

(Talvez... porque um dia pode não ser suficiente. Fica o aviso!)

sábado, 3 de novembro de 2007

Porque perguntar não ofende!

Sim? Não? Porquê?

Fazer uma pergunta é fácil. Responder também.
Fazer uma pergunta difícil é menos fácil. Responder continua a ser fácil.
Fazer a pergunta certa no momento certo é complicado. Responder não.

A resposta é sempre possível. Basta haver uma pergunta para haver uma resposta. Certa ou errada, a resposta existe. E porque perguntar não ofende, vou colocar uma pergunta que já coloquei em tempos e que não tive nenhuma resposta satisfatória.

Numa só palavra, consegues responder a esta pergunta sem um "sim" ou um "não", de forma objectiva?

Responder aqui!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

La Bella BelliZZima

Fiz uma mariquice para o meu hi5 e achei que estava tão bonito que não resisti em partilhá-lo aqui também... ora, portanto, aqui fica um verdadeiro disparate, completamente inútil e que gosto de chamar La Bella BelliZZima!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Santana Vs Mourinho & Sic Notícias

Provavelmente o tema mais comum nos próximos dias... ainda assim, serve de espanador deste blog:




Bom... sempre deu para rir!
Não consigo, porém, deixar de pensar que ambos estiveram mal. Sic Notícias e Dr. Santana Lopes.
Nem o primeiro tinha o direito de interromper a entrevista para os efeitos verificados, nem o segundo tinha o direito de privar os espectadores da entrevista. Para isso nem sequer aceitava o convite.

Como bem frisou, o Dr. Santana Lopes, não o fez com pretensiosismo, mas que preteriu a importância do seu discurso por protagonismo, isso ninguém o pode negar.
Tão típico do Sr. Dr. Santana Lopes.

E só em jeito de gozo, pessoalmente ficaria mais indignado se fosse interrompida uma entrevista a José Mourinho para ver o Dr. Santana Lopes fazer demagogia!



Em breve, a actividade será retomada.
Continua a visitar este blog!!!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

BombayTV Vs AlfmaniaK




Lá está... é óbvio que tenho que voltar a encher este blog com posts massudos... pelo menos aprendi que quantidade não é qualidade. Por mais engraçado que seja!!!!

Quiz Pearl Jam




Ora cá está mais uma parcela de mim, ou outro post que pouco ou nada faz por este blog. Em todo o caso, revela um pouco de mim! Sim, gosto de Pearl Jam, e muito!
Já fui mais fã... agora não me dou muito com tendências musicais, no entanto, tropeçar, neste quiz e verificar que o tema Alive é o que me identifica melhor, deixa-me satisfeito. Poderia ser outra qualquer, julgo que não me importava... mas esta caiu bem. É como um... sinto-me vivo!

Enfim... mediocridades da internet. Adiante e que se observe o lado postivo do post:
Até pareço um blogger a sério ;)

sábado, 8 de setembro de 2007

Quiz Cinema



Aqui está o resultado dos bilhetes de cinema custarem o que custam... enfim!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Topo novo?

Blog com topo novo... parece mais divertido, certo?

Hummm... Bom! Sempre serviu para mais um post de caca!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Alguém aí?



Segundos, minutos, horas, dias, semanas, tempo e mais tempo...
Pergunto-me se alguém lê e relê o que não é alterado! Aliás, pergunto-me se alguém lê?
Alguém?!

Então... ao contrário do último "episódio", proponho que se comente com um simples "Alguém!". Com isso saberei para onde ir...
...pois, tá certo!! Como se isso fosse verdade!
Enfim, que se...







Voltei!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Não comente!



PT
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ENG
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Thanks!

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Por favor, no deje ningún comentario en este post. Este post es solamente una maniobra de la diversión. Evite los comentarios. ¡Grazias!

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Obrigado ao Babel!

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Sexta-Feira, dia 13

Sorte ou Azar?!?!

Hoje tentei cometer suicídio. Não correu nada bem!... Que azar!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Post forçado...

Hoje apetece-me escrever algo com piada. Com muita piada. Talvez porque não me ocorra nada melhor, talvez porque me apeteça rir... não sei, nem quero saber. Apenas importa que faça rir. A mim!
Se alguém se rir também, será bom, mas não é o mais importante. Aliás... pensando bem, escrever algo que tenha piada para mim, também não é o mais importante, mas sim escrever algo para este blog. Se possível seria algo com real importância, mas não me parece ser o caso.
Talvez para não ficar com a ideia que não estarei a escrever sobre nada, procurei um motivo que justificasse o que escrevo. Como que iludindo-me que não escrevo sobre “nada”.

Bom!... deve ser isso. Estou a escrever sobre nada... e é mau? Não importa. O importante é que esteja cá algo novo. Se possível algo com que me identifique, algo que outros possam ler e comentar dizendo que concordam e explicando porquê, ou dizer que não concordam... sem dizer muito bem o porquê. A capacidade opinativa dos cibernautas é algo que me fascina.
...não me apetece escrever mais sobre “nada”. Vou escrever algo com piada, isso é o que eu quero, e foi por isso que escrevi isto(acho?). Assim, cá vai:


“...”


Ui! Que isto anda mal... muito mal!