Creative Commons License
O conteúdo deste blog está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Mostrar mensagens com a etiqueta notas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta notas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

E postar directamente da cabeça?

Ando cá a imaginar a viabilidade de postar a partir do discurso directo. Isto é: gravar e transcrever o aúdio. Naturalmente, antevejo alguns ajustes, mas estou curioso em ver o que sai.
Como manipular a extensão. Se a percepção lida, é igual à ouvida... enfim.
Bom, para todos os efeitos, serviu para aqui vir espreitar!


(parece que já não tenho visitas... isto promete!)
:))

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Homem, esse pequeno caos!

Trinómio de caos!

 

Um é pouco, dois é bom... três é demais.

Três... três... tudo é trio.

A engenharia propõe o triângulo como uma forma geométrica perfeita. A física descodifica o universo com leis: recorrendo ao reducionismo, três. A teologia cristã trinitária apresenta o uno em três.

Triângulo. Três. Vértices.

A Natureza obedece a regras que, a seu tempo, vão sendo definidas pelo homem. Elas já existem, porém o homem as definirá. Pressupostos? Falsos silogismos? Talvez... ainda assim, constituem a base do nosso entendimento.

O homem, tal como o observo, possui os seus triângulos. Os seus trinómios. Pai, mãe, filho. Avô, pai, filho. Desejo, vontade, acção. Fome, ar, vida. Suor, sangue, lágrimas. Inteligência, consciência, voz. (etc.)

De todas as formas em que três vértices são cúmplices, há uma que ao homem parece não aplicar-se. Não funciona... Simplesmente não funciona.

Egoísmo, inveja, ódio.

Este é um dos poucos conjuntos que me faz confusão, porque resume-se a três eus muito íntimos. Qualquer observação sobre relações, cujo triângulo, contenha um vértice deste trinómio, sumariamente, não funciona. E nestes casos a máxima “três é demais” faz todo o sentido, porém vai contra as leis da Natureza… onde o triângulo devia ser harmonioso.

O homem é conflituoso, não consegue, não pode ser harmonioso. Seria contra a sua natureza, tão peculiar que é!

Recordando a minha impressão sobre os meus Eus e como os identifico, o meu eu é egoísta, o outro eu é o invejoso, e, finalmente, o eu: O eu, que cada um reconhece em si, e não menos voltado para o seu umbigo. Assim, observo que os triângulos humanos, são formas de manifesta expressão egoísta:

Tu, ele, eu. Amor, amizade, eu. Eu, eu, eu!

 

Parece que o homem não se aguenta a si próprio. Excede-se em inconsciência.

Tudo gira à nossa volta. Somos a antítese da arquitectura que a física tenta decompor matematicamente. Somos o desequilíbrio voluntário da Natureza.

E porque escrevo sobre isto? Muito simplesmente porque fascina-me a forma como lidamos com o excesso de nós próprios. Precisamos de sofrer para ter consciência de que somos felizes, e acho curioso como a nossa forma “natural” de sofrer depende do excesso que levamos de nós próprios.

Mais interessante é a “fé”, ferramenta minuciosa, concebida para controlar e enfatizar os excessos de nós próprios. Somos pecadores e, lá está, inconscientes! A beleza do Homem está exactamente naquilo a que chamamos religião!

Recordando o início, sobre triângulos e a sua harmonia, coerentemente devíamos ser adeptos do equilíbrio gratuito que os triângulos das relações nos proporcionam, porém não conseguimos. Uns chamam-lhe ciúme, outros é espírito competitivo, outros dizem ser egocentrismo, etc. e tal… Em suma somos uns egoístas de primeira e defendemos a partilha, a igualdade e a paridade. Fascinante.

 

Não sei se ficar contente, ou não, por ser assim… mas concluo que o homem é um verdadeiro caos! Se as leis da física fossem decididas pelo homem, agora, ser-me-ia impossível dissertar sobre isto pois o triângulo não existiria, uma vez que… um é pouco, dois é bom e três… é demais, porém perfeito!

Obrigado All Mighty God!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Elogiado

Eloquência...

 

"És eloquente!"

Disseram.

 

Isso é um elogio ou um insulto? Pouco importa!

Há dias em que aceito a eloquência como elogio, noutros encaro como insulto. Se não é o contexto que define a semântica, tenho dúvidas que seja o estado de espírito a sua base.

Parece-me difícil julgar o que é aparentemente óbvio e evidente, pois a rapidez com que se faz um julgamento, é inversamente proporcional à verdade nele contida!

 

As observações como elogios ou ofensas são baseadas e definidas com conotações, cuja interpretação pode depender de muita coisa. Um elogio sabe sempre bem... mas será sempre bem vindo?

sexta-feira, 28 de março de 2008

Trocos

No meu ócio lembrei-me de um pormenor que me ocorro no meu ofício.

 

Vejamos:

Por vezes tenho que explicar às pessoas o que é 1Gb de dados. A melhor forma de explicar algo é com exemplos figurativos. Como o contexto, se aplica ao volume de dados (vulgo KB) transferidos pela web, o meu exemplo é o seguinte:

"Imagine uma cerejeira. Grande!

Se durante 30 dias, estiver a conversar no MSN, exclusivamente... isso corresponde a algumas cerejas. Talvez 1 ou 2.

Se estiver a ver um vídeo no youtube, isso corresponde a uma ramada.

A árvore no seu todo, será o Giga de dados que pode consumir. Fui claro?"

...bom, é algo assim que exponho e as pessoas lá ficam contentes com uma ideia aproximada do que podem fazer com os seus plafonds de tráfego.

 

Ora o curioso disto tudo que me ocorreu é que, neste caso, a imagem vale menos que 1000 palavras, já que segundo a imagem que descrevo há conversas no MSN com muito mais palavras que a imagem no seu todo.

Há coisas fantásticas! Onde?

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Andam... ou andaram a fazer uma triste figura?

Não me considero bom escritor! Não acho que escreva mal, mas sei que não sou um exemplo maior na escrita. Talvez para alguns, mas isso é-me irrelevante.

Gosto de escrever, admito. Mais que escrever, gosto de comunicar e trocar impressões, debater assuntos. Discutir de forma mordaz.

Acima de tudo, adoro o uso de bom português. Respiro a escrita correcta e faço um esforço para que não tenha surpresas infelizes naquilo que escrevo.

Por outras palavras. Tenho orgulho na língua portuguesa.

 

Posto isto, prossigo: sempre evitei expor-me numa perspectiva opinativa político-social. Embora seja amante da discussão e temas com base em política me sejam particularmente saborosos debater, nunca tive vontade expressa de o fazer aqui, no meu blog.

Mas este assunto tem tudo a ver e resulta numa promoção do artigo e, em última análise, do que está em causa.

 

Não quero dramatizar, mas se fosse poeta diria que temo pela amputação da minha alma.

Cada vez que oiço falar sobre o acordo ortográfico de 1990, a comichão que sinto ferir o orgulho não me é indiferente. Não quero discutir se o acordo é legítimo ou não, se é uma consequência evolutiva, ou se prestigia ou não a língua.

Apenas, quero, manifestar o meu pesar.

Porque não me sinto confortável, porque não é a mesma coisa que mudar de moeda ou aceitar uma constituição Europeia. Simplesmente quero manifestar o meu pesar.

O artigo, que me levou a escrever este post, é da autoria do Dr. Vasco Graça Moura, publicado no DN de 21 de Novembro de 2007 – e pode ser lido aqui. É só mais um, eu sei! Mas talvez o “só” seja facultativo. E em boa verdade o acordo coloca em causa muito mais que uma questão de estética, cultura ou elo emocional às palavras. Coloca em causa a língua Portuguesa. A sua escrita e a sua dicção.

Lamentável.

sábado, 17 de novembro de 2007

Tão limitados, tão pequeninos, tão... iguais!

...e tu imaginas até onde?

Criatividade.

Procuro ser criativo. Neste momento, por motivos diversos, tenho uma necessidade urgente em conseguir meter a imaginação a trabalhar a todo o vapor - ou suor!

Isto serviu para recordar algo que já tinha pensado antes: a imaginação tem limite?

 

Claro que sim. A nossa imaginação está condicionada pelo nosso universo pessoal. Por tudo aquilo a que somos conscientes.

O facto de sermos inteligentes - ou racionais - ilude sugerindo que a imaginação, quando fértil, é ilimitada. O mix resultante dos vários elementos, ou fracções destes, que estão acessíveis à nossa consciência, parecem apresentar universos novos. Completamente novos e nunca antes imaginados.

Posto isto, concluiria que a imaginação deveria ser infinita, dadas as milhares de combinações possíveis. Até porque à medida que criamos elementos fictícios, estes passam a servir de matéria de fusão para criar novos universos. também imaginados. E isto parece-me criar um círculo infinito.

 

Não contente, e convencido que a imaginação é limitada, a partir da conclusão anterior tentei exercitar a imaginação com um método muito simples, para ver o que se esgotava primeiro: A imaginação ou a paciência de imaginar.

O exercício simples era o seguinte: imaginar o futuro. Sem limites, sem regras... imaginar o futuro continuamente. Começando por imaginar naves, colónias espaciais, etc... cheguei a um limite em que não sabia que mais inventar. De forma a dar continuidade à imaginação, verifiquei que, a conclusão anterior, em vez de resultar num círculo criativo infinito, resulta num ciclo.

A imaginação deixa de criar, e repete-se compulsivamente.

Compulsivamente!

 

Experimenta:

1º Imagina o futuro (naturalmente será um pouco em função da ficção já existente: espaço, naves, etc)

2 Continua a imaginar o futuro desse futuro... (talvez contacto com novas vidas, novos modelos governativos aplicado a universos)

3º Futuro do anterior? (Descoberta de universos paralelos?)

4º Destruição, holocausto, fim ?

5º Renovação da criação do universo... reinício da vida na terra...?

6º Homem, ou outro ser (mas estupidamente similar no processo evolutivo)

7º E daqui para a frente posso continuar a inventar, porém já em repetição da minha consciência... e tu?

 

Concluo que somos muito mais limitados do que julgamos. Mas quem é que o reconhece? No meio disto apenas pergunto, qual era o truque de fulanos como Da Vinci ou Júlio Verne?

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Peço desculpa... e não é para justificar nada!

Não gosto de dar justificações. Considero-as inúteis e autênticas perdas de tempo. Por uma questão de princípio sou adepto da noção de responsabilidade e integridade.
As justificações sugerem ser meras tentativas de reposição de uma verdade/realidade cuja interpretação é relativa, ou seja alheia aos poderes e interesses de quem as dá.
Tentar é pouco, é muito pouco.
A acção justificar parece ser antagónica à noção de responsabilidade. Ou mantemos uma posição credível e firme, ou perdemo-nos por argumentos relativos na esperança de obter a mesma posição credível e firme. Tão complicado de alcançar senão mesmo impossível. Isto é: ou temos credibilidade ou dizemos que temos credibilidade.
Justificações fundamentadas com factos concretos e não prováveis aceito como extensão de uma noção de responsabilidade e visão razoável para o que se pretende, porém não deixa de ser relativo, quando a interpretação da acção está sujeita a terceiros e só a estes.

Assumir a responsabilidade é mais fácil de dizer que aplicado à prática. Mas será mesmo? Um erro é um erro. Não é algo definitivo. O senso comum devia ser peremptório na sugestão em que um erro assumido pode ser corrigido e que um erro ignorado não. Infelizmente tal não parece ser verdade.
Diria que, porque a mentalidade obedece a padrões sociais, estes deseducam o senso comum. Ou pelo menos não educam. O resultado é a disparidade entre o que se diz e ou que se faz ouvir. A credibilidade dificilmente é sustentável quando há um receio omisso, face às vicissitudes adversas dos vários exemplos que a vida apresenta sem pré-aviso. A falta de senso, a falta de um juízo de valores, a falta de integridade faz dos princípios uma anedota. Por conseguinte, é absurdamente, tolerável que alguém não assuma determinados erros: ou porque não se justifica; ou porque são erros menores; ou porque se tem medo;... ou porque os ignora.
Perante uma pessoa assim, o justificar é igual a zero. Se eu não sei o que é chover, vou compreender que há chuva? Claro que não! E isso faz de mim um idiota? Claro que sim!... mas para quem observa, parece que não.

Faz sentido haver justificações?
O justificar, ou não, é devido a quem nos merece respeito. E merecer não é o mesmo que dever, concluo.

Tal como eu, no fundo, acho que as pessoas, não percebem a diferença entre o justificar e o assumir de um erro... tal como eu!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Estou Maravilhado!!

Que o cérebro esteja a ser alvo de inúmeros estudos já era sabido. Que estes já revelaram muita conclusão acerca de capacidades hipotéticas também já não era novidade. Daí a apresentarem uma simples imagem para determinar o uso que dás ao cérebro... acho fascinante!!!!

Sei que fico maravilhado com pouco, mas isto atraiu-me. Segundo as instruções (que se seguem mais abaixo) consoante a percepção da rotação da mulher, podes avaliar se usas o lado direito ou esquerdo do cérebro.

i.e.: Se estiver a ler ou for dado às letras então verá a mulher rodar no sentido oposto aos ponteiros. Se estiver a imaginar algo, ou a cantar (?) então a mulher sugere rodar no sentido dos ponteiros....
Está giro!

Não deposito grande credibilidade nisto, mas não deixo de estar fascinado com o raio da imagem.
Pessoalmente, à primeira vez que olhei a imagem pareceu-me rodar no sentido oposto aos ponteiros. Depois, com um pouco de concentração e esforço lá a vi a rodar no sentido correcto (ponteiros)... agora consigo vê-la a rodar no sentido que optar, sem dificuldades. Porra que a imagem está bem conseguida!!!!!




Teste do lado direito do cérebro Vs o lado esquerdo do cérebro... Vês a mulher rodar no sentido dos ponteiros do relógio, ou no sentido contrário destes?

Se vês rodar no sentido dos ponteiros, então usas, com maior frequência o lado direito do cérebro... e vice versa.
A maior parte de nós vê a mulher rodar no sentido oposto aos ponteiros, porém, com alguma concentração é possível observá-la mudar de sentido. Tenta por ti mesmo!

Testing... 1 2 3... Testing!


Sentido oposto aos ponteiros!Sentido dos ponteiros!

FUNÇÕES
DO LADO ESQUERDO
lógico
detalhado
factual
língua e palavra
presente e passado
matemática e ciência
compreende
conhece
aprende
percepção de padrões/lógica
reconhece o nome do objecto
base realista
constrói estratégias
prático
seguro
---
FUNÇÕES
DO LADO DIREITO
emocional
“imagem geral”
imaginativo
símbolos e imagens
presente e futuro
filosofia e religião
entende
acredita
aprecia
percepção espacial
reconhece a função do objecto
base fantasista
apresenta possibilidades
impetuoso (impulsivo)
arriscado

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Desafio EU

Há algum tempo atrás (Maio 2007), fui desafiado pela extinta "Inside Out" para um daqueles desafios que circulam na blogoesfera.
O desafio era qualquer coisa sobre o EU, onde teria que completar uma lista de itens relacionados com o(s) meu(s) eu(s)...
O resultado é a lista que se segue.

Não sendo adepto destas correntes, acabei por não colocar aqui nada relativo ao desafio, porém não deixei de corresponder ao mesmo e deixar no blog da extinta "Inside Out" esta mesma lista, completa.
Hoje tropecei nela e achei curioso como ainda faz sentido... sublinhe-se que muitos destes itens são relativos, e influênciados pelo dia-à-dia.
Enfim e adiante. Aqui fica a minha resposta ao desafio:


  • Eu quero: o que não tenho!
  • Eu tenho: o que não quero!
  • Eu acho: nada. Se tenho dúvidas, esclareço-las na medida do possível.
  • Eu odeio: Mentiras.
  • Eu sinto: Mais do que devia.
  • Eu escuto: Mais do que falo.
  • Eu cheiro: tudo antes de comer. (sou esquisito, confesso)
  • Eu imploro: pouca coisa, quase nada.
  • Eu procuro: saber!
  • Eu arrependo-me: de não ser melhor do que sou!
  • Eu amo: tudo.
  • Eu sinto dor: nos braços.
  • Eu sinto a falta de: silêncio.
  • Eu importo-me: com o que me interessa.
  • Eu sempre: fiz por compreender.
  • Eu não fico: à espera que as coisas aconteçam!
  • Eu acredito: que sou capaz!
  • Eu danço: Com toda a gente.
  • Eu canto: Para os amigos.
  • Eu choro: Para o amigo.
  • Eu falho: Quando tento.
  • Eu luto: pelo que importa.
  • Eu escrevo: Porque sei escrever.
  • Eu ganho: quando jogo bem.
  • Eu perco: em mil e um pensamentos diferentes que inesperadamente ocorrem de forma simultânea na minha cabeça e aparentemente nada interligados uns com os outros.
  • Eu confundo-me: com a ignorância.
  • Eu fico feliz quando: me sorriem.
  • Eu tenho esperança: de um dia ser rico.
  • Eu preciso: de juízo.
  • Eu deveria: ter juízo.



Evidentemente, não vou passar o desafio a ninguém, até porque, quase, todos já o receberam.... mas fica aqui mais uma parte que, em última análise, complementa o post sobre o eu, o meu eu e o outro eu!

sábado, 8 de setembro de 2007

Quiz Cinema



Aqui está o resultado dos bilhetes de cinema custarem o que custam... enfim!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Eufórico...

Ao imaginar sensações, há uma que me tem escapado... até agora!
Euforia.
Bolas, como cansa... e tão básica que é (tal como outros estados emocionais), mas cansativa! Muito cansativa.





Estou em processo de descompressão!

quinta-feira, 21 de junho de 2007

7 Maravilhas da Blogoesfera

7 Maravilhas da Blogoesfera

Uma ideia interessante. Decidi participar.
Embora o meu universo na blogoesfera seja extremamente reduzido, penso que consegui encontrar, entre os poucos blogs que acompanho, aqueles que na minha opinião merecem o seu destaque.
Assim, aqui ficam as minhas nomeações/votos daqueles que são potênciais "maravilhas" da blogoesfera nacional, para mim! Claro!




OS VERDADEIROS ARTISTAS...da nossa cultura
http://verdadeirosartistas.blogspot.com/

por João Silva
Porque oferece um olhar alternativo sobre o que se tem feito nas artes nacionais, promovendo a cultura musical e literária que passa despercebida a olhares menos atentos.
Pela estética e pelo teor biográfico de cada artista.



Rubrica Mau Feitio atira-se aos Blogs
http://rubricamorenaatiraseaosblogs.blogs.sapo.pt/

por Mau_Feitio
Porque promove a blogoesfera. Apresenta críticas com humor e sempre a puxar por uma qualidade superior do que se tem feito na blogosfera.



Mau Feitio
http://morena_mau_feitio.blogs.sapo.pt/

por Mau_Feitio
Representa o conceito de blog pessoal por excelência. Mantém um ritmo de publicação muito satisfatório. Pela riqueza de conteúdo, pelo exibicionismo cuidado e intenso que propõe.
Histórias e episódios que suscitam o interesse e o questionar da vida.
Pela estética.



Portfolio - A Pasta de Portugal
http://onossoportfolio.blogspot.com/

"independente"(?)
Porque promove o melhor que se tem feito na área criativa em Portugal. Porque apresenta um conceito audaz e de mérito.
Pela riqueza do seu conteúdo e pela curiosidade que suscita.



Centopeias
http://centopeias.blogs.sapo.pt/

por Big Mac, Zexorcista e Jovem Centopeia
Pelo humor negro. Pelo olhar crítico, absurdo e extremo da sociedade. A coerência, o fio condutor que não se perde. Um humor nada fácil de manter actualizado e menos fácil de manter online.



Quadratim
http://quadratim.blogspot.com/

por António Leal Salvado
Porque apresenta a cultura de uma forma descontraída. Porque identifica uma região apelando à sua qualidade.
Pela estética.



Cigana
http://trazoutroamigotambem.blogs.sapo.pt/

por Cigana
Porque é generalista. Porque apresenta trabalho de casa bem feito.
Propõe a discussão, sobre temas generalistas, de forma cuidada e trabalhada, não descurando o humor e o civismo na discussão.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Um post caro!

Escrever?
Almejo ortografar um post caro. Assaz mente caro. Cujo valor faça-se tão elevado que não exista desconhecido à celsitude exigida e com um ónus satisfatório para o parafrasear.

Aferir que não é inteligível sustenta a onerosidade do móbil, pois da panóplia de artes que arguto para hiperbolizar o post, nenhum o opulenta ao que solicito: conteúdo.

Talvez seja coeso da minha individualidade procrastinar e com expectativa arrostar um melhor meio de o engrandecer... ou talvez não!
Com um dicionário de sinónimos, alguma eupatia e asseveração das palavras, altero vocábulos abundantes por termos caros. Sim, parece-me que o post d’antes ordinário se aduz com uma magnificência singular.

Se esta compostura não dimanar como aquilato, posso, sempre declarar que o seu preço é de 500 mil euros. Isto deve enaltecer o seu conteúdo, dê por onde der.
E tu? Preocupas-te com a riqueza de conteúdo do teu blog?

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Nota mental

Hoje:
- Escrever qualquer coisa para o blog;
- Verificar/estudar sobre compatibilidade entre macros desenvolvidas para o Excel 2003 e, agora, para o Excel 2007;
- Verificar como atribuir e manipular direitos de acessos restritos de uma conta de utilizador de outra máquina, para outra na mesma LAN;
- Verificar o problema da janela do carro (que por alguma razão idiota - de certeza - não abre, nem fecha);
- Ajudar Sr. F, sobre cópia de "documentos";
- Contactar Sra. I., e se possível resolver problema hoje;
- Tentar acompanhar sessão plenária, ou pelo menos, obter o registo da mesma (Proposta de Lei n.º 119/X... isto mexe comigo);
- Reunião de pais;
- Garantir qualidade de vida - Parar o tempo para tomar café ao fim da tarde com os amigos (Ponto diário e fundamental);
- Fazer ponto de situação dos orçamentos com a direcção EXP;
- Reler e estudar mais um pouco sobre a Quadridimensão (só para perceber melhor isso do E8 e do Grupo de Lie);
- Dar mimos q.b. às minhas meninas;
- Dar... enfim... atenção ao cão;
- Tentar dormir mais de 3 horas de hoje para amanhã.

Nota mental: O dia tem poucas horas...